Diferenças entre edições de "13.ª Divisão de Montanha da Waffen SS Handschar"

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|tipo= Montanha
|dimensão= Divisão
|Batalhas= Operation Wegweiser <br />
Operation Sava <br />
Operation Osterei <br />
Operation Rübezahl<br />
Operation Maibaum <br />
Operation Maiglockhen <br />
|comandantes_notáveis= SS-[[Obergruppenführer]] [[Arthur Phelps]] <br />
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A '''13.ª Divisão de Montanha da Waffen SS Handschar''' (1.ª Croata) foi uma das trinta e oito divisões de exercito parte das [[Waffen-SS]] durante a [[Segunda Guerra Mundial]].Foi a maior das divisões SS, com {{formatnum:21065}} homens no seu corpo, composto quase inteiramente de muçulmanos e católicos não-germânicos recrutados na [[Bósnia]]. Handschar (bósnio / croata: Handžar) é uma palavra local para a [[cimitarra]] turca (árabe: khanjar, خنجر), um símbolo histórico da Bósnia e do Islã. Uma imagem do Handschar enfeita a bandeira da divisão e o brasão de armas.
 
A '''13.ª Divisão de Montanha da Waffen SS Handschar''' (1.ª Croata) foi uma das trinta e oito divisões de exercito parte das [[Waffen-SS]] durante a [[Segunda Guerra Mundial]].Foi a maior das divisões SS, com {{formatnum:21065}} homens no seu corpo, composto quase inteiramente de muçulmanos e católicos não-germânicos recrutados na [[Bósnia]]. Handschar (bósnio / croata: Handžar) é uma palavra local para a [[cimitarra]] turca (árabe: khanjar, خنجر), um símbolo histórico da Bósnia e do Islã. Uma imagem do Handschar enfeita a bandeira da divisão e o brasão de armas.
 
A divisão Handschar foi uma formação de infantaria de montanha, conhecida pelos alemães como "Gebirgsjäger". Foi utilizado para conduzir operações contra os partidários jugoslavos nas montanhas Balcânicas de fevereiro a setembro de 1944.
 
Após a queda de Sarajevo em 16 de abril de 1941 para a Alemanha nazista, as províncias da [[República da Croácia]], da [[Bósnia e Herzegovina]] e partes da [[Sérvia]] foram agrupadas para criar a Nezavisna Država Hrvatska (NDH, o [[Estado Independente da Croácia]]),um estado satélite pró-nazista. [[Ante Pavelić]], um Croata-nacionalista, foi nomeado líder.
 
Em 6 de julho de 1941 Ministro da Cultura e da Educação do governo de Pavelic , [[Mile Budak]], anunciou que a [[Ustase]] considerava os bósnios muçulmanos ([[bósnios]]) parte integrante do NDH: "O Estado croata é cristão. É também um Estado muçulmano, onde os nossos povos são de religião maometano". Pavelić ordenou a construção de uma mesquita: a Mesquita Poglavniks (depois de o seu nome oficial) em seus esforços para garantir a fidelidade dos muçulmanos bósnios [citação necessárias].
 
Clérigos bósnios muçulmanos emitiram três declarações (fatāwa), denunciando publicamente todos os colaboracionista Croato-nazi que faziam medidas contra os judeus e os sérvios: o de [[Sarajevo]] em outubro de 1941, da cidade de Mostar, em 1941, e de [[Banja Luka]], em 12 de Novembro de 1941.
 
Apesar das garantias de igualdade de Pavelic, não demorou muito para os bósnios se tornarem muitos insatisfeitos com o governo croata. Um líder islâmico informou que nenhum muçulmano ocupava um posto influente na administração(local). Ferozes combates eclodiram entre Ustase e partidários. Uma série de unidades de Ustase acreditavam que os Bósnios eram simpatizantes comunistas, e queimaram as suas aldeias e assassinaram civis.
 
A Queda em 1942 fez o SS Reichsführer Heinrich Himmler e o SS-General [[Gottlob Berger]] abordarem Hitler com a proposta de criar uma SS divisão de muçulmanos bósnios.
 
No Ano Novo de 1943, mais de {{formatnum:100000}} bósnios muçulmanos foram mortos (9% dos bósnios no período) em grande parte pelos sérvios Chetniks e {{formatnum:250000}} foram expulsos de suas casas. "Os muçulmanos" comentou um General alemão, "ostentar o estatuto especial de ser perseguido por todos os outros"[2]
 
Himmler observava uma fanática e cega obediência nos bósnios e pensou que iria tornar os homens muçulmanos em soldados SS perfeitos, como no Islã "é prometido o Paraíso se eles lutarem e forem mortos em ação." {{careceCarece de fontes|data=outubro de 2009}}. Himmler foi inspirado pelo sucesso dos regimentos de infantaria bósnios na Primeira Guerra Mundial.
 
Georges Lepre escreveu que "Himmler esforçou-se por restabelecer o que ele chamou de 'uma velha tradição austríaca' reavivando os regimentos bósnio do antigo exército austro-húngaro, sob a forma de uma Divisão SS bósnia muçulmana. Uma vez formada, esta divisão tinha como designação enfrentar e destruir as forças dos partidários de Tito que operavam no nordeste da Bósnia, restaurando assim a 'ordem' local.Entretanto,a principal preocupação de [[Heinrich Himmler|Himmler]] na região não era a segurança da população muçulmana local, mas o bem-estar dos colonos alemães étnicos no norte de Srem. "Srem é o breadbasket da Croácia, e esperemos que o nossos amados alemães assentamentos estejam assegurados. Espero que a zona sul de Srem seja liberado pela.. divisão da Bósnia … para que possamos, pelo menos parcialmente restaurar a ordem neste ridículo estado (croata)."
Hitler aprovou formalmente o projeto em 10 de fevereiro de 1943 e o SS-[[Obergruppenführer]] [[Arthur Phelps]],um comandante romeno étnico alemão, foi escolhido para formar a divisão.
 
== Recrutamento ==
Na Primavera 1943, o Mufti de Jerusalém, Mohammad Amin al-Husayni, (também conhecido por Amin al-Husseini), foi recrutado pelos nazis para ajudar na organização e recrutamento de Bósnios na Waffen SS e outras unidades da Jugoslávia. Ele conseguiu convencer os Bósnios de ir contra as declarações dos clérigos de Sarajevo, Mostar e Banja Luka, que em 1941 proibiu os muçulmanos bósnios de colaborar com a Ustaše. O Ministro dos Negócios Estrangeiros croata [[Mladen Lorkovic]] sugeriu que a divisão se chamasse "SS Divisão Ustasa", não sendo assim uma divisão SS, mas uma unidade croata organizada com a assistência SS, e que os nomes dos regimentos fossem nomes locais como "Bosna", "Krajina" , "Una", etc
 
No final de 1944, a separada divisão Kama foi incorporada a divisão Handschar.
 
== ==
=Serviço=
Os bósnios da unidade da [[Waffen SS]] foram recrutados para lutar contra partidários, incluindo os moradores de aldeias de onde muitos dos recrutas si originaram. Eles operavam no nordeste da Bósnia e parcialmente em Srem.
 
== Treinamento ==
Enviados para à França, ficaram em treinamento até novembro de 1943, quando eles voltaram para a Bósnia.
 
=== Motim de Villefranche-de-Rouergue (setembro de 1943) ===
Em 17 de setembro de 1943, enquanto a guarnição militar Handschar estava em [[Villefranche-de-Rouergue]] ([[França]]), um grupo de recrutas liderados por [[Ferid Džanić]] iniciaram um motim e capturaram a maior parte dos alemães amotinados. Executaram cinco oficiais alemães.
 
Aparentemente, os amotinados acreditava que muitos dos homens teria alistado junte-se a eles e eles poderão chegar aos aliados ocidentais. A revolta foi colocado para baixo com a ajuda da unidade irmã, e Dr. Halim Malkoč Schweiger. Cerca de 20 dos rebeldes foram mortos sumariamente ou depois de um julgamento. Os alemães estavam convencidos de que eles eram comunistas que estavam infiltrados que tinham como função perturbar-los. Posteriormente, houve um expurgo de membros da unidade, que foram considerados "impróprios para o serviço" ou "politicamente inadequados". Mais de 800 foram retirados da unidade e enviados à Alemanha para "serviço de campo". Desses, 265 que se recusaram a colaborar foram enviados para o campo de concentração de [[Neuengamme]] onde muitos deles morreram. Quando a cidade foi libertada em 1944, eles decidiram prestar homenagem às tropas nomeando uma das suas ruas da Avenue des Croates. Segundo Louis Erignac, Villefranche-de-Rouergue foi a primeira cidade francesa libertada da ocupação.
 
=== Operações contra partidários na Iugoslávia ===
Aparentemente, os amotinados acreditava que muitos dos homens teria alistado junte-se a eles e eles poderão chegar aos aliados ocidentais. A revolta foi colocado para baixo com a ajuda da unidade irmã, e Dr. Halim Malkoč Schweiger. Cerca de 20 dos rebeldes foram mortos sumariamente ou depois de um julgamento. Os alemães estavam convencidos de que eles eram comunistas que estavam infiltrados que tinham como função perturbar-los. Posteriormente, houve um expurgo de membros da unidade, que foram considerados "impróprios para o serviço" ou "politicamente inadequados". Mais de 800 foram retirados da unidade e enviados à Alemanha para "serviço de campo". Desses, 265 que se recusaram a colaborar foram enviados para o campo de concentração de [[Neuengamme]] onde muitos deles morreram. Quando a cidade foi libertada em 1944, eles decidiram prestar homenagem às tropas nomeando uma das suas ruas da Avenue des Croates. Segundo Louis Erignac, Villefranche-de-Rouergue foi a primeira cidade francesa libertada da ocupação.
Handschar participou da maior limpeza antipartidária da 2 Guerra Mundial, Unternehmen Maibaum.
 
Cooperando com a [[7.SS Prinz Eugen]], que pouco fez nesta operação. [Citação necessária]
===Operações contra partidários na Iugoslávia===
Handschar participou da maior limpeza antipartidária da 2 Guerra Mundial, Unternehmen Maibaum.
Cooperando com a [[7.SS Prinz Eugen]], que pouco fez nesta operação. [Citação necessária]
 
A Divisão participou das operações em Wegweiser, Save, Osterei, Maibaum, Maiglöckchen, Vollmond, Fliegenfänger, Heidrose e Hackfleisch a partir de fevereiro a setembro de 1944.{{careceCarece de fontes|data=outubro de 2009}}
 
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{{Divisões SS}}
 
{{DEFAULTSORT:13 Divisao Montanha Waffen SSSs Handschar}}
[[Categoria:Divisões da Waffen-SS]]
 
[[bs:Handžar divizija]]
[[ca:13a Divisió de Muntanya Waffen SS Handschar]]
[[cs:13. horská divize SS „Handschar“„Handschar" (1. chorvatská)]]
[[de:13. Waffen-Gebirgs-Division der SS „Handschar“„Handschar" (kroatische Nr. 1)]]
[[en:13th Waffen Mountain Division of the SS Handschar (1st Croatian)]]
[[es:13.ª División de Montaña SS Handschar]]
[[pl:13 Dywizja Górska SS (1 chorwacka) Handschar]]
[[ru:13-я горная дивизия СС «Ханджар» (1-я хорватская)]]
[[sr:13. оружана брдска СС дивизија „Ханџар“„Ханџар"]]
[[sv:13. Waffen-Gebirgs-Division der SS Handschar (kroatische Nr. 1)]]
[[tr:13. SS Waffen Dağcı Tümeni "Handschar"]]