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Nos últimos dias, obscuros e tristes, do [[antipapa Bonifácio]], fora indicado para pontífice um monge João, filho de Roberto. Não foi reconhecido, nem consagrado. Após quatro meses acordaram os partidos e Clero na escolha do sacerdote João Leão. Daí a dúvida dos autores (João XV e XVI), cuja maioria, porém, chama a este de '''João XV''', não contando o primeiro. Foi consagrado em [[setembro]] de [[985]]. Era erudito e piedoso. Procurou defender os direitos da Igreja. Seu epitáfio em [[São Pedro]] chama-lhe:"'''invencível ao temor e ao lucro, egrégio doutor".''' O imperador [[Oto III]] era muito jovem e estava longe. Então Crescênzio Nomentano, senador em Roma, tornou-se ditador. João XV solicitou auxílio à imperatriz regente Teofania, que veio a Roma (989) e governou em Ravena com o estranho título de "'''IMPERADOR'''" Ela celebrou o Natal em Roma; uma grande benfeitora dos pobres e dirigida espiritual de são Adalberto. Morreu na [[Alemanha]] em [[991]]. A regência passou a santa Adelaide, avó de [[Oto III]]. Rebelou-se Crescêncio, que obrigou o papa a fugir de [[Roma]] ([[995]]); mas quando soube que Oto marchava contra a cidade com gigantesco exército, o povo (sempre volúvel) chamou o pontífice de volta e preparou grandiosas festas ao soberano! João morreu em abril de [[996]]. Fora fraco no governo civil da cidade, mas forte, vigoroso no trato da Igreja. Conseguiu promover a paz entre Etelredo, rei da [[Inglaterra]], e Ricardo, duque da Normandia(991). Num sínodo, realizado em [[Roma]], canonizou a [[São Ulrico]], bispo de Augusta, primeiro exemplo de canonização feita por um [[papa]]. Por meio de missões aproximou os povos da [[Polônia]] ao Cristianismo. Defendeu com energia os bispos franceses contra o rei [[Hugo Capeto]].
 
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[[Categoria:Papas|Joao 15]]
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