Diferenças entre edições de "Usuário(a) Discussão:Janaina Felippe"

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A ORIGEM DE TUDO UNJIBEMIN
(Ile Axé Eróminté Axé Xango de ouro)
(A ORIGEM DE TUDO UNJIBEMIN)
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:'''''[[Ajuda:Todo o indispensável...|Todo o indispensável...]]''''' para começar a editar: não deixe de ler. Desejo-lhe uma boa estada na Wikipédia! [[Usuário:Francisco Leandro|<font face="Segoe UI" color="#4465A2">Francisco</font>]] <sup>[[Usuário Discussão:Francisco Leandro|<font color="#549C00">msg</font>]]</sup> 22h22min de 24 de novembro de 2009 (UTC)
'''ORIGEM DE TUDO UNJIBEMIN'''
== Sua edição em [[Axé xango de ouro]] foi revertida==
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|class="WSerieH plainlinks" style="width:100%;margin-top:2em;border:1px solid #FF8080;padding:5px;"|Olá. Você já descobriu como é fácil modificar a [[Wikipédia]]. Sua edição foi anulada por um [[Wikipedia:Robôs|robô]] (um programa totalmente automatizado) que a considerou suspeita.
 
A família que hoje conhecemos como o axé de Xangô de Ouro teve origem de uma tribo denominada INIYAWURÁ esta tribo instalou-se próximo à cidade de Abeokutá, as margens do rio Niger, na Nigéria. Formada por descendentes nativos das cidades de Ilê Ifé e Oyó. O nome dado à tribo (pessoas de ouro ou gente de ouro), atribui-se ao fato dos nativos de Ifé e Oyó serem de grande postura, imponência e fidalguia. Tendo como patriarca os Orixás Xangô, Oxolufã e Obaluaiyê e como matriarca Yemanjá Ogum té que era senhora da cidade de Abeokutá.
<div align:"right" style="height: 30px; overflow: auto; padding: 1px; background: #F0F0F0; margin-bottom: 8px; border: 1px solid #CCCCCC; padding: 1em; padding-top: 0em; padding-bottom:0em;">
O seu primeiro rei foi o nativo de Ifé, Oba Sanlafi que reinou durante os trinta e três primeiros anos de fundação da tribo. Iniciado para o orixá Oxolufã, carregava o Oxabetá (capacete, coroa) bem parecido com o rei de Oyó, pois Iniyawurá tinha base doutrinária, política e consagração ao orixá Xangô seu sucessor, Oba Kandufi Obea de Xangô reinou 25 anos dando lugar em seguida ao seu primogênito, Oba Odekanfi Obea que esteve no trono por mais de 45 anos era de Oxóssi Ibualama que era chamado por seu povo de Oba-jaré, o rei justo por seu senso de justiça e visão política.
Os erros detectados pelo bot estão listados a seguir: 1002 ; 359 ; Longa secção sem pontuação 917e ; sucessão de pontos 917b ; 358 ; 009 ; 006 ; 633 ; grande adição.
De lá para cá, deu-se a sucessão, seguindo a forma inalterada aos dias de hoje de dois Xangôs; um Oxóssi; dois Xangôs; um Obaluaê não mudando nunca a ordem sucessória. A única particularidade notada é que todos os reis de Iniyawurá, de Obaluaiyê, tinham pouco tempo de coroa. O primeiro deste orixá a reinar, Oba Luogi, carregou o cedro e a coroa por apenas 11 anos morrendo e dando lugar a seu primogênito Oba silegigbo, reinou entre 25 a 30 anos.
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Não se tem registro corretamente a data de fundação da cidade, mas sabe-se que seus nativos tinham como ocupações principais a caça aos leopardos, tecelaria e artesanato em barro e couro. Também não se pode precisar a data correta da vinda dos membros da tribo para o Brasil, mas sabe-se, porém, que o talismã da família foi trazido por Unjibemin que adotou o nome de Francisco das Virgens, primeiro babalaxé da família no Brasil.
Ele Chegou em Salvador-Bahia , por volta de 1835 como escravo e dizia ser da etnia Eketu proveniente de uma região dedicada ao culto do Vodun Obaluaiyê e de Xangô, localizada na fronteira da Nigéria com o reino do Dahomei. Batizado mais tarde no catolicismo, como era exigido dos negros escravos, com o nome de Francisco Rufino das Virgens, em homenagem ao seu primeiro “senhor” e à Maria, Nossa senhora, santa de grande devoção. Teve vários filhos, entre eles Regino José das Virgens, filho de Ogum e responsável pela guarda dos axés da família. Regino se uniu à escrava africana Josefa Valentina, filha do orixá Oxum, e desta união nasceu, entre outros, em 13 de janeiro de 1884, Hilário Remídio das Virgens, em uma senzala localizada na Freguesia de Santo Antônio, região da antiga Salvador. Este negro escravo iniciou seu culto ao Orixá Obaluaiyê ainda na senzala, mas logo conseguiu comprar sua liberdade e se tornou alforriado. Constituiu família e estabeleceu casa de culto e Terreiro na Freguesia de Santo Antônio. Alem de zelador de Orixá, era Babalawo, com excelente jogo de búzios e opelê-ifá.
 
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'''A UNIÃO KETU COM ANGOLA'''
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[[Usuário:Salebot|Salebot]] ([[Usuário Discussão:Salebot|discussão]]) 21h36min de 24 de novembro de 2009 (UTC)
 
A união Keu e Angola
 
'''Hilário Remídio das Virgens ou Ojuobá''', (Salvador, 13 de janeiro de 1884 / Rio de Janeiro ano de 1976), filho de Regino José das Virgens e Josefa Valentina nasceu em uma senzala localizada na Freguesia de Santo Antônio, região da antiga Salvador-Bahia. Nasceu livre, graças a Lei do ventre livre, e desde sua mais tenra idade, começou a ser preparado pelo seu avô, Unjibemin, que se transformara em um importante Babalorixá, para dar continuidade aos fundamentos e axés da família. Filho de Oxolufã, mas com o eledá entregue à Àyrá, como foi determinado pelo ifá de seu avô e pai de santo. Hilário aos sete (sete) anos de idade sofreu uma bolação, isto é, entrou em transe completo ocasionado pela incorporação violenta do seu Orixá Àyrá, tendo sido iniciado no candomblé (nação Ketu), por volta de 1891. Ele nunca disse seu verdadeiro Oruncó, ou seja, o nome de Orixá; no entanto, recebeu o título ou '''Ijoyê de Ojú Obá''', Oyê (título) africano dado àqueles que se tornassem altos zeladores e dignitários do culto de Xangô. Como a família possuía otás (pedras de assentar Orixás) diretamente vindos da Nigéria, o seu Orixá foi assentado em um precioso otá de Xangô (Edun Ará), trazido da África pelo seu avó e pai de santo Unjibemin.
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