Diferenças entre edições de "Francisco Rufino das Virgens"

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'''Francisco Rufino das Virgens''' ou '''Unjibemin''', ([[Nigéria]], ? - [[Salvador (Bahia)|Salvador]], [[1894]]) foi um ex-[[escravo]] [[brasil]]eiro.
 
Consta que seu '''Unjibemin''' chegou ao Brasil por volta de mais ou menos 1810 em Pernambuco com seu irmão carnais '''Ogi ôlade , Odé Obalatan,Yra Obalajô e Oba Obarain''' apenas '''Odé Obalatan e Yra Obalajô''' ficaram em pernambucoporemPernambuco porem pois '''Unjibemin e Oba Obarain''' foram vendidos a outros senhores desta forma chegaram em [[Salvador (Bahia)|Salvador]]-[[Bahia]], por volta de [[1835]] como [[escravo]] e dizia ser da etnia [[Eketu]]descendente de Óyo proveniente de uma região dedicada ao culto do [[Vodun]] [[Obaluaiyê]] e de [[Xangô]], localizada na fronteira da [[Nigéria]] com o reino do [[Daomé|Dahomei]].
 
Batizado mais tarde no [[catolicismo]], como era exigido dos negros escravos, com o nome de ''Francisco Rufino das Virgens'', em homenagem ao seu primeiro “senhor” e à Maria, [[Nossa Senhora]], santa de grande devoção.
Este negro escravo iniciou seu culto ao [[Orixá]] [[Obaluaiyê]] ainda numa [[senzala]], mas logo conseguiu comprar sua liberdade e se tornou [[alforria]]do. Constituiu família e estabeleceu ''casa de culto'' [[Terreiro]] na Freguesia de Santo Antônio. Além de zelador de [[Orixá]] ([[babalorixá]]), era [[Babalawo]], com excelente [[jogo de búzios]] e [[Ifá|Opelê-Ifá]].
 
Consta que seu '''Unjibemin''' chegou ao Brasil por volta de mais ou menos 1810 em Pernambuco com seu irmão carnais '''Ogi ôlade , Odé Obalatan,Yra Obalajô e Oba Obarain''' apenas '''Odé Obalatan e Yra Obalajô''' ficaram em Pernambuco porem pois '''Unjibemin e Oba Obarain''' foram vendidos a outros senhores desta forma chegaram em [[Salvador (Bahia)|Salvador]]-[[Bahia]], por volta de [[1835]] como [[escravo]] e dizia ser da etnia [[Eketu]] proveniente de uma região dedicada ao culto do [[Vodun]] [[Obaluaiyê]] e de [[Xangô]], localizada na fronteira da [[Nigéria]] com o reino do [[Daomé|Dahomei]].
 
Batizado mais tarde no [[catolicismo]], como era exigido dos negros escravos, com o nome de ''Francisco Rufino das Virgens'', em homenagem ao seu primeiro “senhor” e à Maria, [[Nossa Senhora]], santa de grande devoção.
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