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'''L'étranger''', (em português, '''O estrangeiro''') ([[1942]]) é o mais famoso romance de [[Albert Camus]]. Faz parte do "ciclo do absurdo" de Camus, trilogia composta de um romance (''L'Étranger''), um ensaio (''Le Mythe de Sisyphe'' - O mito de Sísifo) e de uma peça de [[teatro]] (''Caligula'') que descrevem o aspecto fundamental de sua filosofia : o [[absurdo]]. O romance foi traduzido em quarenta línguas e uma adaptação cinematográfica foi realizada por [[Luchino Visconti]] em [[1967]].
 
== Enredo ==
{{Revelações sobre o enredo}}
{{Quote2|Hoje mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei. Recebi um telegrama do asilo: "Mãe morta. Enterro amanhã. Sinceros sentimentos." Isso não quer dizer nada. Talvez tenha sido ontem.|Parágrafo inicial}}
{{quote2|Como se essa grande cólera tivesse lavado de mim o mal, esvaziado de esperança, diante dessa noite carregada de signos e estrelas, eu me abria pela primeira vez è terna indiferença do mundo. Ao percebê-la tão parecida a mim mesmo, tão fraternal, enfim, eu senti que havia sido feliz e que eu era feliz mais uma vez. Para que tudo fosse consumado, para que eu me sentisse menos só, restava-me apenas desejar que houvesse muitos espectadores no dia de minha execução e que eles me recebessem com gritos de ódio.|}}
 
== Contexto da história e filosofia ==
[[Albert Camus]], como Meursault, era um ''[[pied-noir]]'' (literalmente ''pé negro''); um francês que vivia no [[Magreb]], o crescente [[setentrional]] da [[África]] às margens do [[Mar Mediterrâneo]], a região que abrigava as colônias francesas. Isso explica parcialmente a reação da corte, mais preocupada com a atitude de Meursault no enterro de sua mãe, do que com o próprio crime cometido, o assasinato de um árabe.
 
Outro tema é que nós fazemos nosso próprio destino, e nós, não Deus, somos responsáveis por nossas ações e suas conseqüências ([[não-determinismo]]).
 
A verdade é outro tema do livro. Meursault, apesar de ter sido julgado por seus contemporâneos como imoral ou amoral, acredita apaixonadamente na verdade e na justiça. Totalmente transparente, ele nunca mostra emoções que não sente nem participa de convenções sociais que ele julga desonestas — embora seja a resposta socialmente aceitavel, Meursault não exibe tristeza no funeral de sua mãe. Essa crença leva a um comportamento ingênuo durante o julgamento — ele questiona a necessidade de um advogado, pois a verdade deve falar por ela mesma. Grande parte da segunda metade do romance envolve esse tema da imperfeição da justiça. É a crença de Meursault na verdade que prova sua inutilidade — um oficial que compila os detalhes do processo informa a Mersault que ele será salvo se se arrepender e converter-se ao [[cristianismo]], mas Meursault é fiel ao seu ateísmo e recusa-se a fingir encontrar a religião. De forma geral, o amor de Meursault pela verdade se sobrepõe ao seu instinto de auto-preservação — ele sente que deve ser punido por suas ações, recusando-se a tentar fugir da justiça. -->
 
== Influências na cultura ==
Em [[Cavaleiros do Zodíaco]], o cavaleiro de ouro [[Camus de Aquário]], foi criado como uma alusão à Albert Camus. Os ensinamentos dados a [[Hyoga de Cisne]] e a [[Isaak de Kraken]] são muito parecidos com os pensamentos de Albert Camus.
 
{{Wikiquote|O estrangeiro}}
 
== Referências ==
* Artigo adaptado da wikipédia em inglês, versão consultada: [http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Stranger_%28novel%29&direction=next&oldid=140884203]
* CAMUS, Albert. L'Étranger. Collection Folio, Éditions Gallimard (ISBN 20703600242-07-036002-4). - citações traduzidas livremente a partir dessa edição.
 
Sobre o autor:
 
=== {{Ligações externas}} ===
* {{en}} [http://nicollsbooks.com/articles/Stranger.html Long critical article] on ''The Stranger'' by Alan Nicoll
 
[[Categoria:Livros de Albert Camus|Etranger, Le]]
[[ro:Străinul]]
[[ru:Посторонний]]
[[simple:The Stranger (novel)]]
[[sk:Cudzinec (Camus)]]
[[sl:Tujec (roman)]]
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