Francisco Leiro: diferenças entre revisões

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==Obra==
A obra de Francisco Leiro costuma aparecer em lugares públicos, na [[Galiza]] (a ilha das esculturas, em [[Pontevedra|Ponte Vedra]]; em institutos de ensino meio no Carril, ([[Vilagarcía de Arousa|Vilagarcia de Arousa]]), em vários pontos da cidade de [[Vigo]], [[Ferrol]], ou [[Sanxenxo|SangenjoSão Genjo]]), bem como no exterior: [[Biarritz]] ([[França]]). Ademais, está também presente em museus internacionais de arte contemporânea.
 
O próprio escultor tem denominado "coisas" algumas das suas obras pelo seu alto grau de indefinibilidade. Contudo, mantém a visão de [[Michelangelo|Miguel Ângelo]] segundo a qual a escultura é o ofício de retirar do bloco matérico a parte sobrante e trabalha preferentemente com metal e com velhos blocos de madeira de [[carvalho]] e [[castanho]]. Justamente os materiais orgânicos e as ferramentas, incluídas serras, machados e cutelos, contribuem a dar forma às mutilações, deformidades, rostos desgarrados, gritos, humanidades ciclópeas e conceitos humanizados que mostram a visão trágica ou irónica da vida que Leiro quer transmitir. Em [[2008]], Francisco Leiro foi reconhecido com o [[Prêmio Nacional da Cultura Galega|Prémio Nacional da Cultura]] entregue polo governo da [[Galiza]], na categoria de [[artes visuais]].
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