Diferenças entre edições de "Arthur Koestler"

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Refugiado em [[Viena]], matriculou-se na Escola Politécnica, mas abandonou os estudos para juntar-se aos pioneiros [[sionistas]] na [[Palestina]]. De volta à [[Europa]], dedicou-se principalmente ao jornalismo, através do qual adquiriu enorme experiência humana, política e social. Em [[1929]], como correspondente dos jornais do grupo Ullstein, de [[Berlim]], mudou-se para [[Paris]] e, em [[1931]], tornou-se o único jornalista a participar da expedição polar do conde [[Zeppelin]]. Nesse mesmo ano, ingressou no Partido Comunista da Alemanha.
 
No ano seguinte, Koestler esteve na [[União Soviética]] e, em [[1936]], foi enviado a [[MadriMadrid]], pelo New Chronicle, para cobrir a [[Guerra Civil Espanhola]]. Tendo participado ativamente da defesa de [[Málaga]], foi preso pelas tropas de [[Francisco Franco]] e condenado à morte, sendo salvo por intervenção inglesa. (Em sua autobiografia, "The Invisible Writing", ele relata uma experiência mística que teria vivido quando estava preso, esperando a execução).
 
Internado na [[França]], em um campo de refugiados, Koestler decidiu alistar-se na [[Legião Estrangeira]], para escapar de deportação para a [[Alemanha]] [[nazista]]. Em [[1938]], diante dos expurgos promovidos por [[Stalin]], na URSS, rompeu com o Partido Comunista, mudando-se para [[Londres]], onde adquiriu cidadania inglesa e dedicou-se à atividade de escritor, produzindo obras de forte cunho psicológico, mesclando criação e experiência vivida. A mais notória delas é "[[Darkness at Noon]]" (O zero e o infinito), uma crítica contundente ao [[despotismo]] stalinista, que lhe valeu a inimizade dos escritores [[Jean-Paul Sartre]] e [[Albert Camus]].
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