Diferenças entre edições de "Borjalo"

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Além de atuar na direção de televisão, Borjalo nunca deixou de desenhar. Mas adaptou seus desenhos à linguagem da TV. Ilustrava os programas que dirigia com caricaturas de olhos e boca móveis, para dar a impressão de que "falavam". Atores e/ou locutores dublavam os bonecos. Os primeiros [[bonecos falantes]] (como o próprio Borjalo apelidou essas caricaturas em papel-cartão) apareceram no [[Jornal de Vanguarda]] da TV Excelsior, e o mais famoso deles foi a [[Zebrinha]] da Rede Globo, criada em [[1973]] para divulgar os resultados da [[Loteca|loteria esportiva]].<ref>''Placar'' número 1.101, março de 1995, Editora Abril, pág. 18</ref> Nos [[Década de 1990|anos 1990]], já usando os recursos da [[computação gráfica]], criou alguns "cartuns-eletrônicos" para as vinhetas de intervalo da Globo, os famosos "plim-plins".
 
Também trabalhou por muitos anos nos debates populares do radialista Haroldo de Andrade na Rádio Globo AM. O Borjalo possuia um estreito relacionamento este radialista.
 
Borjalo morreu por causa de um [[câncer]] na boca, aos 79 anos de idade. Deixou viúva (Marilu), filhos (Helena e Gustavo) e netos (Bernardo e Bruno).
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