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Um espaço fundamental para a sociedade poveira da época, com impacto também no Norte de Portugal, que à Póvoa vinham a banhos, muitos foram os que assistiram ali, pela primeira vez nas suas vidas, a peças de teatro, cinema e concertos. Várias acções beneméritas foram ali organizadas. O antigo e célebre monumento ao [[Cego do Maio]], um herói local condecorado pelo Rei [[Luis I de Portugal|D. Luís I]], erigida em 1906, foi construída com o dinheiro necessário obtido localmente por meio de subscrições e de espectáculos organizados pelo [[Clube Naval Povoense]] no Teatro Garrett.
 
Nos primeiros anos do século XX, A Póvoa era roteiro preferencial de grandes artistas nacionais e internacionais, sobretudo espanhóis. Era na Póvoa que as vedetas da época iniciavam a sua ''tournée'' por Portugal. Era, no Norte, onde existiam mais casas de espectáculos, em especial café-concerto. Cada casa trazia à Póvoa o que havia de melhor na música, arte dramática e bailado. O Teatro Garrett era o grande teatro da época. A imprensa nacional dava destaque às companhias de opereta, revista e zarzuela que ali se apresentavam. Algumas das companhias como a Sociedade Artística de Lucinda Simões, o Teatro Ginásio de Lisboa e o Teatro Nacional do Porto apresentavam peças de qualidade, e muitas em estreia absoluta.<ref name="poveirinhos">{{Referência a livro | autor = Azevedo, José de | título = Poveirinhos pela Graça de Deus | editora = Na Linha do horizonte - Biblioteca Poveira CMPV | ano = 2007}}</ref>
 
===O Orfeon Povoense===
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