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Baader foi depois julgado e condenado, naquele que foi um dos julgamentos mais caros da história da justiça alemã.
 
Na noite de 8 para 9 de maio de 1972, a jornalista Ulrike Meinhof foi executada, em sua cela, presumivelmente por membros do serviço secreto alemão, que procuraram disfarçar o assassinato como suicídio. Comissão internacional de Instigação invaligou a tese de suicídio, que acirrou as tentativas de libertarem os demais presos. Em 5 de setembro, membros da Facção Exército Vermelho sequestrou o presidente da confederação da indústria alemã e, a seguir, militantes da [[Frente Popular para a Libertação da Palestina]] sequestraram um avião da [[Lufthansa]] com passageiros a bordo e levaram-no para [[Mogadíscio]] na [[Somália]]. As autoridades alemãs não aceitaram a troca e , em [[18 de Outubro]], uma operação da [[GSG 9]] libertou os passageiros e executou os militantes palestinos. A seguir, Andreas Baader, Jan-Carl Raspe e Gudrun Ensslin foram igualmente executados, a sangue frio, em suas celas de máxima segurança, os dois primeiros com tiros na nuca, à distância, com pistolas de uso exclusivo das forças armadas da Alemanha. Até hoje o Estado alemão não reconhece o assassinato perpetrado contra prisioneirosos indefesosterroristas alemães.
 
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