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'''Florêncio Terra''' ([[Horta]], [[Açores]] a [[18 de Maio]] de [[1858]] — Horta, [[25 de Novembro]] de [[1941]]), escritor, publicista, professor e político açoriano que se notabilizou como contista.
==Biografia==
Florêncio Terra nasceu na [[Horta]], [[ilha do Faial]], a [[18 de Maio]] de [[1858]], filho do conhecido capitão da marinha mercante [[Florêncio José Terra Brum]] e de Maria dos Anjos Sarmento. Pelo lado paterno pertencia à família do [[barão de Alagoa]], uma das mais distintas e influentes do seu tempo. Era casado com Teresa Amelia Ribeiro Guerra, filha do [[Barao de Santana]].
 
Cursou com distinção o Liceu da Horta, aí começando, em [[14 de Outubro]] de [[1888]], a reger interinamente a cadeira de Introdução à História Natural.
A [[30 de Abril]] de [[1958]], a Câmara Municipal da Horta, por proposta do presidente Dr. Sebastião Goulart, deliberou que fosse colocada uma lápide na sepultura de Florêncio Terra e dado o seu nome ao Jardim Público da cidade.
 
A [[21 de Novembro]] de [[1987]], a mesma Câmara, então presidida por Herberto Dart, voltou a homenagear Florêncio Terra, mandando cunhar uma medalha evocativa e colocar uma fotografia sua no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
 
==Referências==
* ''Às Lapas: Contos e Narrativas Faialenses'', antologia organizada por Carlos Lobão, editada pela Direcção Regional dos Assuntos Culturais e pela Câmara Municipal da Horta, 254 pp., Horta, 1988.
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