Diferenças entre edições de "Regimento"

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===França===
[[Imagem:Garde étendard 511 RT.jpg|300px|right|thumb|Guarda ao estandarte do 511º Regimento de Trem do Exército de Terra Francês.]]
O regimento é a unidade base do [[Exército de Terra Francês]], sendo tanto uma unidade operacional como administrativa.
 
 
===Portugal===
Em [[Portugal]], os regimentos infantaria são os descendentes diretos dos antigos [[terço (militar)#Terços de Portugal|terços]] organizados, pela primeira vez, pelo [[Rei de Portugal|Rei]] [[Sebastião I de Portugal|D. Sebastião]], em [[1578]]. Os terços tornar-se-ão na unidade base da infantaria portuguesa, depois da [[Restauração da Independência]], em [[1 de dezembro]] de [[1640]]. Os terços organizavam-se de uma forma semelhante aos regimentos existentes nos exércitos europeus não-[[Península Ibérica|Ibéricos]], sendo comandados por [[mestre de campo|mestres de campo]]. No reinado de [[D. João IV]], para defesa da nação, a partir de [[1641]], são levantadas dezenas de terços pagos (unidades de 1ª linha) e de [[Tropas Auxiliares e Milícias de Portugal|terços auxiliares]] (unidades de 2ª linha), que são empenhados na [[Guerra da Restauração]]. Por esta altura, a alguns terços especiais de [[Lisboa]] - compostos por nobres, religiosos ou privilegiados - é atribuída a designação honorífica de "regimento", sendo o seu comando honorário sido atribuído ao [[Príncipe de Portugal|Príncipe]] [[Teodósio, Príncipe do Brasil|D. Teodósio]], com o título de "coronel". Durante a Guerra da Restauração também se prevê o agrupamento das companhias de cavalaria em regimentos permanentes, mas estes não chegam a ser levantados, só se organizando troços provisórios de oito companhias.
[[Imagem:Estremoz RC3 Dragões Olivença Escudo.jpg|thumb|right|250px|Armas do [[Regimento de Cavalaria Nº 3]], aquartelado em [[Estremoz]], descendente do antigo Regimento de Dragões de Olivença.]]
Em [[Portugal]], os regimentos infantaria são os descendentes diretos dos antigos [[terço (militar)#Terços de Portugal|terços]] organizados, pela primeira vez, pelo [[Rei de Portugal|Rei]] [[Sebastião I de Portugal|D. Sebastião]], em [[1578]]. Os terços tornar-se-ão na unidade base da infantaria portuguesa, depois da [[Restauração da Independência]], em [[1 de dezembro]] de [[1640]]. Os terços organizavam-se de uma forma semelhante aos regimentos existentes nos exércitos europeus não-[[Península Ibérica|Ibéricos]], sendo comandados por [[mestre de campo|mestres de campo]]. No reinado de [[D. João IV]], para defesa da nação, a partir de [[1641]], são levantadas dezenas de terços pagos (unidades de 1ª linha) e de [[Tropas Auxiliares e Milícias de Portugal|terços auxiliares]] (unidades de 2ª linha), que são empenhados na [[Guerra da Restauração]]. Por esta altura, a alguns terços especiais de [[Lisboa]] - compostos por nobres, religiosos ou privilegiados - é atribuída a designação honorífica de "regimento", sendo o seu comando honorário sido atribuído ao [[Príncipe de Portugal|Príncipe]] [[Teodósio, Príncipe do Brasil|D. Teodósio]], com o título de "coronel". Durante a Guerra da Restauração também se prevê o agrupamento das companhias de cavalaria em regimentos permanentes, mas estes não chegam a ser levantados, só se organizando troços provisórios de oito companhias.
 
Em [[1707]], estando o [[Exército Português]] empenhado na [[Guerra da Sucessão de Espanha]], o Rei [[D. João V]] decreta uma reforma militar profunda, que inclui a criação dos regimentos, segundo a moda europeia. Os anteriores terços pagos passam a designar-se "regimentos de infantaria", mantendo aproximadamente a mesma organização, que incluía um estado-maior e 10 companhias, uma das quais de [[granadeiro]]s. Os antigos mestres de campo passam a designar-se "coronéis" e passam a ser coadjuvados por [[tenente-coronel|tenentes-coronéis]]. São também criados regimentos de cavalaria ligeira e regimentos de [[dragão (militar)|dragões]]. Posteriormente, virão também a ser criados regimentos de artilharia, com o primeiro a ser organizado em [[1708]], englobando 12 companhias, incluindo uma de barcas e outra de mineiros. Mantém-se, no entanto, os terços auxiliares, como unidades de 2ª linha.
 
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