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[[Édith Piaf]] obteve grandes êxitos no Olympia tendo efectuado vários [[recital|recitais]] entre Janeiro de [[1955]] e Outubro [[1962]]. Ficaram igualmente famosos os concertos de [[Jacques Brel]] em [[1961]] e [[1964]], que chegaram aos nossos dias através das gravações ao vivo então efectuadas.
 
Foi palco para, entre outros, nomes franceses: como a estrela [[Edith Piaf]], [[Dalida]], [[Georges Brassens]], [[Gilbert Becaud]], [[Salvatore Adamo|Adamo]], [[Léo Ferré]] e [[Johnny Hallyday]] e estrelas internacionais como [[Louis Armstrong]], [[Barbara]], [[Maysa]], [[Aretha Franklin]], [[Nick Cave]], [[Dominique Webb]], [[Christophe]], [[Tina Turner]], [[Celine Dion|Céline Dion]], [[Umm Kulthum]], [[The Beatles]], [[Elis Regina]], [[Amália Rodrigues]],[[Tony Carreira]], [[Luciano Pavarotti]], [[The Rolling Stones]], [[Mika]].
 
Após a morte de Bruno Coquatrix, entrou em novo declínio e correu mesmo o risco de ser demolido e transformado em parque de [[estacionamento]], mas em [[7 de Janeiro]] de [[1993]], o [[cultura da França|Ministro da Cultura francês]] [[Jack Lang]] emitiu uma ordem de preservação do edifício que originou dois anos de trabalho de reconstrução da fachada e do seu famoso interior vermelho. Com mais de 30 milhões de espectadores nos últimos 50 anos, o Olympia transformou-se num ''music hall'' lendário, que se bateu por continuar a ser um lugar clássico para festas e espectáculos.
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