Diferenças entre edições de "Mediunidade"

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{{Artigo principal|[[Críticas ao espiritismo]]}}
 
As polêmicas em torno da mediunidade baseiam-se, em grande parte, pelos argumentos apresentados por outras religiões também cristãs, dizendo que a [[Bíblia]] condena a prática da [[necromancia]]<ref>Como porDeuterônomio exemplo18 emcondena [[Deuteronômio]]a 18,consulta aos mortos e segundo o livro de espiritos de 1857 o pseudo Kardec na sua edição criou 1018 tópicos de perguntas e respostas a esses espiritos de mortos onde se refere: "''10. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; / 11. Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; / 12. Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti. / (...) / 14. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR teu Deus não permitiu tal coisa.''" in: [http://www.bibliaonline.com.br/acf/dt/18 Bíblia Online.com.br]. Consultado em 19 fev. 2010.</ref> e demonstrando que os espíritos poderiam ser [[demônios]] comandados por [[Satanás]], com o simples intuito de realizar diversos tipos de enganos.
 
Esse argumento encontra contradição no próprio fato de que já foram psicografados diversos textos com ensinamentos de acordo com os de Jesus, porém, Já para a [[Doutrina Espírita]], a Bíblia não condena a prática mediúnica pois esta seria um fenômeno natural, mais segundo o evangelho em que o pseudo Allan Kardec diz acreditr não existe em nenhum relato que diz respeito a reencarnação, porém ressurreição.
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