Diferenças entre edições de "Seminário Episcopal de Angra"

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==A implantação da República==
Na sequência da implantação da República em Portugal e da separação entre Igreja e Estado, no princípio de Outubro de 1911, invocando ''ordens superiores'', o administrador do concelho de [[Angra do Heroísmo]] tomou conta das chaves do edifício, ficando todo o mobiliário escolar, biblioteca, o pequeno museu, instalações eléctricas, louças, e demais equipamentos na posse do Estado. O imóvel ficava agora na posse exclusiva do Liceu, situação que se manteria até [[1968]], ano em que foi inaugurada a actual Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade.
 
No ano lectivo seguinte, nõa existindo internato, alguns alunos abandonaram o curso, outros foram para suas famílias aguardar a resolução da questão. Os seminaristas da Terceira instalaram-se em casas particulares e iam receber lições à morada dos professores.
 
Face à inexistência de prelado diocesano, pois o bispo D. [[José Correia Cardoso Monteiro]] falecera pouco antes da Revolução e a falta de reconhecimento do novo regime pela [[Santa Sé]] impedia a substituição, os alunos que terminavam o curso eram ordenados em [[Roma]] e depois em [[Lamego]], onde o antigo bispo de Angra, D. [[Francisco José Ribeiro Vieira e Brito]], conferia a ordem completa.
 
==Referências==
* Pereira, Augusto (cónego), ''A Diocese de Angra na História dos seus Prelados'', União Gráfica Angrense, [[Angra do Heroísmo]], 1950.