Diferenças entre edições de "Nelson Mandela"

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Como jovem estudante de direito, Mandela envolveu-se na oposição ao regime do [[Apartheid]], que negava aos negros (maioria da população) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao [[Congresso Nacional Africano]] (conhecido no Brasil pela sigla portuguesa, CNA, e em Portugal pela sigla inglesa, ANC) em [[1947]], e dois anos depois fundou com [[Walter Sisulu]] e Oliver Tambo (entre outros) uma organização mais dinâmica, a Liga Jovem do CNA/ANC.
 
Depois da eleição de [[19781948]] dar a vitória aos [[Bôeres|africânderes]] Partido Nacional apoiantes da política de segregação racial, Mandela tornou-se activo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo ([[1975]]) que divulgou a ''[[Carta da Liberdade]]'' - documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.
 
Comprometido de início apenas com actos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o [[massacre de Sharpeville]] ([[21 de Março]] de [[1960]]), quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, desarmados, matando 69 pessoas e ferindo 180 - e a subsequente ilegalidade do CNA e outros grupos antiapartheid.
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