Diferenças entre edições de "Kurmanbek Bakiyev"

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No governo, Kurmanbek Bakiyev manteve a política repressiva do antecessor, [[Askar Akayev]].<ref name="folha">[http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u717946.shtml Presidente do Quirguistão rejeita renúncia e alerta para "desastre humanitário"] – ''[[Folha Online]]'', 8 de abril de 2010 (visitado em 8-4-2010)</ref> Ele foi re-eleito nas [[Eleições presidenciais no Quirguistão em 2009|eleições presidenciais de 2009]], sob grande suspeita de fraude. A imprensa [[Rússia|russa]], que controla grande parte dos meios de comunicação quirguizes, promoveu uma campanha contra Bakyiev em abril de 2010, ao mesmo tempo em que ele se aproximou dos [[Estados Unidos]].<ref name="attackbakiyev">[http://www.jamestown.org/programs/edm/single/?tx_ttnews%5Btt_news%5D=36226&tx_ttnews%5BbackPid%5D=27&cHash=5f81ad077b Russian Mass Media Attack Bakiyev]. Eurasia Daily Monitor Volume: 7 Issue: 63. April 1, 2010. 2009-09-10.</ref> Bakyiev, que havia prometido desativar a [[Base aérea de Manas|base militar americana]] de [[Manas (Quirguistão)|Manas]], desistiu de fazê-lo quando o governo de [[Barack Obama]] ofereceu melhores condições financeiras para o aluguel da base.<ref name=BBC/>
 
Com as [[Revoltas no Quirguistão em 2010|revoltas quirguizes em abril de 2010]], Bakiev foi forçado a abandonar a capital do país, em meio a manifestações de opositores.<ref>{{citar notícia|url=http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1560628-5602,00-OPOSICAO+DERRUBA+GOVERNO+DO+QUIRGUISTAO.html|titulo=Oposição derruba governo do Quirguistão|ultimo=G1|acessodata=07/04/2010}}</ref> Ele foi sucedido no poder ''[[de facto]]'' por sua ex-ministra das Relações Exteriores, [[Roza Otunbayeva]], embora ele não tenha renunciado oficialmente ao cargo.<ref>[http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1562957-5602,00.html Presidente do Quirguistão volta a descartar renúncia e quer negociar] – ''[[G1]]'', 9 de abril de 2010 (visitado em 9-4-2010)</ref> O descontentamento da população foi motivado pela prevalência da [[corrupção]] e do [[autoritarismo]] no governo de Bakyiev, além de ter havido um forte aumento do preço de serviços básicos no país em [[2010]]. Em seu governo, ele empregou seu irmão Janish e seu filho Maxim em posições-chave, o que suscitou acusações de [[nepotismo]].<ref name=BBC>[[BBC News]] – ''[http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/8610050.stm Chaos and uncertainty reign in Bishkek]''</ref> Temia-se ainda que Maxim estivesse recebendo uma preparação para suceder ao pai no poder.<ref name=BBCQA>BBC News – ''[http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/8608870.stm Q&A: Kyrgyz unrest]''</ref>
 
Bakyiev possui uma base de apoio político no sul do país, mas mesmo as lideranças políticas da região se dividiram depois das revoltas de abril de 2010.<ref name=BBCQA/> As áreas ao norte, inclusive a capital, [[Bishkek]], rejeitam sua presença.<ref>BBC News – ''[http://news.bbc.co.uk/2/hi/8609775.stm Kyrgyzstan President Bakiyev refuses to resign]''</ref>
 
Em 16 de abril de 2010, Bakiyev formalizou sua renúncia, durante período de fuga no [[Cazaquistão]] e nove dias depois de ter sido destituído.<ref>[[Folha Online]]. (16 de abril de 2010). [http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u721798.shtml Após deixar o país, presidente deposto quirguiz formaliza renúncia], acesso em28 de abril de 2010</ref>
 
{{ref-section|Notas e referências}}
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