Diferenças entre edições de "Cucumbi carnavalesco"

2 bytes adicionados ,  21h20min de 3 de maio de 2006
sem resumo de edição
O [[Jornal do Commercio]] de [[14 de fevereiro]] de [[1888]] descreve a apresentação de um Cucumbi Carnavalesco do seguinte modo.
 
::: ''(...) na frente vinham alguns sócios, fantasiados de índios, os quais faziam manobras selvagens, deitando-se às vezes no chão para ouvir o que ia ao longe. No centro do grupo estava a rainha, coberta por um grande manto, cujas pontas eram seguras por dois Cucumbys. Paravam em frente aos jornais, cantavam e dançavam à moda africana.'' (''Apud'' Ferreira, 2005:133)
 
A valorização (inclusive turística!) da presença dos cucumbis no carnaval carioca pode ser percebida no texto publicado no [[Jornal do Commercio]] em [[20 de junho]] de [[1892]] sobre o passeio da ''Sociedade Iniciadora Cucumbys Carnavalescos'':
 
::: ''(...) Por causa deles de certo nunca desaparecerá o carnaval. São constantes e sempre interessantes com os seus batuques e danças originais, já de pouco interesse para nós que estamos habituados a vê-los mas curiosas para os estrangeiros.'' (''Apud'' Ferreira, 2005:159)
 
Os cucumbis carnavalescos, com seus instrumentos de percussão, seus ritmos "bárbaros", suas fantasias de índios e nobres e seus animais vivos ou empalhados se transformarão, no início do século XX, naquilo que mais tarde seria definido como [[Cordões|cordão]].
1 862

edições