Diferenças entre edições de "Banda Negra (Revolução Francesa)"

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O exemplo mas famoso é a compra, em Maio de [[1791]], da [[Abadia de Royaumont]] pelo Marquês Jean-Joseph Bourguet de Guilhem de Travanet, que transforma os edifícios convencionais em [[fiação|fiações]]<ref>Françoise Klein, « Les Travanet, une famille d'aristocrates éclairés (1791-1825) » (pp. 105-114), e Jean-François Belhoste, « Des industries textiles à Royaumont (1791-1864) » (pp. 34-56), dans Nathalie Le Gonidec, Jean-François Belhoste (dir.), ''Royaumont au XIX siècle}} : les métamorphoses d'une abbaye'', Creaphis éditions, 2008, 227 pages {{ISBN|2354280157}}.</ref>.
 
[[Ficheiro:AntoineJosephSanterre.jpg|185px|thumb|right|Antoine Joseph Santerre.]]
Pode-se também citar [[Antoine Joseph Santerre]], [[Jean-Nicolas Pache]], [[Antoine Merlin de Thionville]] ou ainda o [[Claude Henri de Rouvroy de Saint-Simon|Conde de Saint-Simon]], que concebeu seriamente o projeto de comprar a [[Catedral de Notre-Dame]] para "''desmembrá-la''" e vender os materiais em sua totalidade ...
 
As atividades da "Banda Negra" prosseguiram até 1825 e mesmo depois disso <ref>{{quote|"''Bande noire : nome dado a uma ou várias companhias de especuladores que, após a Revolução e pelo menos até o fim da [[Restauração francesa|Restauração]], compravam castelos e conventos e os demoliam para vender completamente todos os materiais de construção, decorações interiores, objetos em ferro, ferragens, e terras loteadas''".}}Anne-Marie Meininger e Pierre Citron, Indice de personagens reais da "''Comédie Humaine''", Paris, [[Biblioteca de la Pléiade]], 1981, t. XII, pág. 1620 {{ISBN|2070108775}}</ref>. [[Honoré de Balzac]] faz referência ao termo em vários romances<ref>''[[Modeste Mignon]]'', La Pléiade, t.I, p.677, ''[[Madame Firmiani]]'', La Pléiade, t.II, p.148, ''[[Le Cousin Pons]]'', La Pléiade, t.VII, p.490, ''[[Les Paysans]]'', La Pléiade, t.IX, p.146, ''[[Le Curé de village]]'', t.IX, p. 643-645</ref>
 
== As leis sobre o sequestro dos « bens inimigos » ==
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A massa de bens confiscados serve de garantia hipotecária para os "''[[Assignat]]s''".
Les activités de la Bande Noire se sont poursuivies jusqu'en [[1825 en France|1825]] et bien au-delà<ref>{{Citation|Bande noire : nom donné à une ou plusieurs compagnies de spéculateurs qui, après la Révolution et jusqu'à la fin de la [[Restauration française|Restauration]] au moins, achetèrent châteaux et couvents et les démolirent pour en vendre en détail tous les matériaux de construction, les décorations intérieures, ferronneries, ferraille et les terres démembrées.}}Anne-Marie Meininger et Pierre Citron, Index des personnages réels de ''[[la Comédie humaine]]'', Paris, [[Bibliothèque de la Pléiade]], 1981, t. XII, {{p.}}1620 {{ISBN|2070108775}}</ref>. [[Honoré de Balzac]] y fait référence dans plusieurs romans<ref>''[[Modeste Mignon]]'', La Pléiade, t.I, p.677, ''[[Madame Firmiani]]'', La Pléiade, t.II, p.148, ''[[Le Cousin Pons]]'', La Pléiade, t.VII, p.490, ''[[Les Paysans]]'', La Pléiade, t.IX, p.146, ''[[Le Curé de village]]'', t.IX, p. 643-645</ref>
 
As vendas foram ordenadas e reguladas por uma série de decretos que davam certas facilidades aos compradores, que podiam escalonar seus reembolsos por muitos anos.
 
As cidades enviaram para a [[Assembléia Nacional Constituinte Francesa|Assembléia Nacional Constituinte]] relações contendo ofertas para os bens nacionais que desejavam adquirir. Particulares também foram tentados a adquirir bens imobiliários.
==Les lois sur le séquestre des « biens ennemis » ==
La masse des biens confisqués sert de garantie hypothécaire aux [[assignat]]s.
 
Quando se examinam os dossiês, percebe-se rapidamente que os negócios mais vultosos foram feitos em benefício de personalidades pertencentes ao poder público ou protegidas por ele, ou seja, pelas novas [[elite]]s.
Les ventes furent ordonnées et réglées par une série de décrets qui donnaient certaines facilités aux acquéreurs, qui pouvaient échelonner leurs remboursements sur plusieurs années.
 
Todos os bens cujo valor ultrapassava seis bilhões foram vendidos durante o Ano III da Revolução, porém com perda e em proporções consideráveis.
Les villes envoyèrent à la [[Assemblée constituante de 1789|Constituante]] des adresses contenant les offres pour les [[bien national|biens nationaux]] qu'elles désiraient acquérir. Les particuliers furent eux aussi tentés par l'acquisition de biens immobiliers.
 
Lorsqu'on examine les dossiers, on réalise rapidement que les plus grosses affaires se sont faites au bénéfice de personnalités appartenant au pouvoir politique ou protégées par lui, c'est-à-dire aux nouvelles élites.
 
Tous les biens, dont la valeur dépassait six milliards, furent vendus en l'[[an III]], mais à perte et dans des proportions considérables.
 
Pour certains, ces opérations réalisées sur les biens nationaux furent extrêmement lucratives et expliquent, encore aujourd'hui, l'origine de certaines grandes fortunes françaises.
 
Para alguns, estas operações realizadas sobre os bens nacionais foram extremamente lucrativas e explicam, ainda hoje, a origem de algumas das grandes fortunas francesas.
 
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==Les conditions d'acquisition des biens nationaux==
 
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