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Desde cedo Liebig demonstrava imensa determinação, pois dizia aos seus professores que tornaria-se ‘químico’ (numa época em que uma carreira com esse nome nem existia), e achava que a educação na época não era suficiente. Ao ajudar seu pai, Liebig já causava explosões em seus laboratórios caseiros. Aos 17 anoa de idade entrou para a [[Universidade de Bonn]], querendo aprender mais. Ao interagir com um dos seus professores constatou que este desconhecia o cálculo para análises minerais, e em conseqüência decidiu que era melhor continuar seus estudos sozinho.
 
Achando que não encontraria melhores professores em seu pais, pediu permissão para o grão duque de [[Hessen]] e foi à [[Paris]]. Em novembro de 1822 Justus von Liebig se juntaria aos grandes químicos franceses [[Thénard]], [[Noob-LuizLúis Fernâmdow]], [[Chevreul]], e [[Vauquelin]]. Graças às recomendações de [[Thénard]], Liebig foi admitido em um laboratório privado e pôde continuar seus experimentos, apresentando seus trabalhos na [[Academia Francesa]] em 22 de março de [[1824]]. Dois dias após a apresentação, Liebig foi nomeado, aos 21 anos de idade, professor extraordinário da [[Universidade de Giessen]], Alemanha.
 
Apesar de hostilizado pelos demais docentes – não era comum um jovem tornar-se professor --, Liebig permaneceu determinado e, convencido de sua própria experiência decidiu montar um laboratório no único edifício disponível da Universidade, um anexo abandonado. Tal laboratório serviria de modelo a todos os demais laboratórios no mundo, sendo que os alunos de Liebig chegaram a se especializar na arte de soprar [[vidro]]s. Mesmo em condições precárias, Liebig criou fama e atraiu estudantes de toda a [[Europa]] e [[Estados Unidos]]]. Muitos de seus alunos tornariam-se grandes cientistas laureados com o [[Nobel]] em [[física]] e [[biologia]].
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