Diferenças entre edições de "Apologética católica"

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'''Apologética Católica''' define-se como todo o esforço que tem como objetivo o esclarecimento e a defesa sistemáticas e bem fundamentadas dos [[dogma]]s e princípios [[catolicismo|católicos]] perante a [[sociedade]]. É parecido com os vários tipos de [[Apologética]] existente, mas difere substancialmente no fato de a Apologética Católica só ter a função de defender a [[Igreja Católica]], enquanto que a [[Apologética]] em geral tem o objetivo de defender o [[Cristianismo]] como um todo.
 
A apologética católica desenvolve-se principalmente nos âmbitos teológicos e sócio-políticos.
 
== Âmbito teológico ==
A apologética católica no âmbito teológico diz respeito ao testemunho da relação entre os [[dogma]]s de fé professados pela comunidade e as suas doutrinas com os diversos contextos nos quais o [[Cristianismo]] se confronta com o variado desafio da tradução e do confronto.
 
O desafio da apogética é mostrar e renovar a relação entre os dogmas católicos e as fontes da experiência cristã: o [[Novo Testamento]] em relação normativa com o [[TaNaK]] dos [[judeu]]s - chamado pelos [[cristão]]s de [[Antigo Testamento]] ou [[Antiga Aliança]]; a [[Sagrada Tradição]] Apostólica e a sucessão de tentativas de atualização realizadas na [[dialética]] entre a [[Autoridade Eclesiástica]] ([[Magistério]]) e a experiência de fé renovada das comunidades cristãs.
 
Os apologetas católicos seguem diversas orientações. Entre elas, uma é a que vê como missão dos apologistas católicos a de convencer que os ensinamentos do [[Magistério]] da [[Igreja Católica]] não são contrários ao [[Depósito da Fé]] que os [[Santo]]s [[Apóstolo]]s confiaram à Igreja nascente. Seu principal objetivo é convencer que a Igreja dos primeiros séculos é a própria [[Igreja Católica]].
 
=== Âmbito sociopolítico ===
Aqui a [[apologética]] se concentra em combater na sociedade moderna as idéias ou movimentos que do ponto de vista da doutrina católica são entendidos como contrários ao [[Evangelho]] de [[Cristo]]. Um exemplo disto está no atual debate sobre a discriminalização do [[aborto]], a união civil entre pessoas do mesmo sexo e a [[eutanásia]].
 
== Breve histórico ==
=== Período Apostólico ===
Na Igreja Cristã primitiva existiram [[apóstolos]] apologetas como [[São Paulo]] (cf. 2Coríntios 10,5), [[São Pedro]] (cf. 1Pedro 3,15), [[São Judas Tadeu]] (cf. Judas 1,3), entre outros. A [[apologética]] que todos eles promoviam era principalmente dirigida contra os judeus e cristãos-judaizantes, os quais dificultavam a adesão de novos fiéis cristãos.
 
Com efeito, os melhores exemplos da [[apologética]] do primeiro século se encontram no [[Novo Testamento]]. O livro dos [[Atos dos Apóstolos]] relata (18,24-25.27-28) que existiu um homem chamado Apolo que promoveu a defesa da fé de uma maneira audaz: "Entrementes, um judeu chamado Apolo, natural de [[Alexandria]], homem eloqüente e muito versado nas Escrituras, chegou a [[Éfeso]]. Era instruído no caminho do Senhor, falava com fervor de espírito e ensinava com precisão a respeito de Jesus (…) A sua presença foi, pela graça de Deus, de muito proveito para os que haviam crido, pois com grande veemência refutava publicamente os judeus, provando, pelas Escrituras, que Jesus era o [[Messias]]" (BAM).
 
Outra corrente religiosa que ampliou a [[apologética]] neste período foi o denominado "[[Gnosticismo cristão]]", o qual foi definitivamente derrotado no período seguinte, com a ajuda e intelectualidade de [[Ireneu de Lião]] (+202).
 
=== Período Patrístico ===
A literatura cristã do século II d.C. é sobretudo apologética, combatendo [[judeu]]s, [[pagão]]s e imperadores. [[Justino Mártir]] aponta o cumprimento da profecia bíblica no [[Cristianismo]]. No século III, [[Tertuliano]] continua, com coragem, a apologética. Em Alexandria, Clemente compõe uma exortação à conversão chamada "O Protréptico". [[Orígenes]] sucede [[Clemente de Alexandria]] e refuta as acusações do pagão Celso em sua obra "Contra Celso". É com este autores, em especial, que a [[apologética]] alcança o refinamento filosófico. [[Minúcio Félix]] (século III), Arnóbio e Lactâncio (século IV) dedicam obras visando a conversão dos romanos. [[Eusébio de Cesaréia]], em sua "Preparação Evangélica" refuta [[Porfírio]] e vê, com [[Atanásio de Alexandria]], a queda do [[Paganismo]] no [[Império Romano]]. No século V, [[Teodoreto de Ciro]], redige uma "Suma contra o Paganismo", objetivando eliminar as reminiscências pagãs. [[Jerônimo]] e [[Agostinho de Hipona]], no Ocidente, fazem brilhar a [[apologética]] cristã em obras como "Contra Helvídio" e "[[A Cidade de Deus]]". Sucedem-lhes nesta tarefa Orósio, Salviano, [[Leão I]] e [[Gregório I]].
 
=== Idade Média ===
No século VII, a [[apologética]] passa a responder aos [[muçulmano]]s. [[João Damasceno]] escreve diálogos entre [[cristão]]s e [[muçulmano]]smuçulmanos; [[Isidoro de Sevilha]] (século VIII), [[Pedro Damiano]] (século XI), Ruperto de Deutz (século XII) publicam debates. Abelardo redige um diálogo entre um filósofo, um judeu e um cristão. No século XIII, [[Tomás de Aquino]] escreve a "Suma contra os Gentios", abordando questões como a existência de Deus, a imortalidade da alma, a [[Santíssiam Trindade]] e a Encarnação do [[Jesus|Verbo]]. Na mesma época, [[Ramón Martini]] escreve contra os sarracenos; Torquemada e Dionísio Cartuxo escrevem contra os muculmanos. A partir do século XIV, as escolas de Scoto e Ockam passam a sustentar que só é possível alcançar a fé pela razão. Durante o [[Renascimento]], Ficino elabora uma síntese entre a filosofia [[Platão|platônica]] e a fé cristã, defendendo a imortalidade da alma e a [[Cristologia|divindade de Cristo]].
 
=== Do século XVI ao século XVIII ===
Em razão dos movimentos reformistas protestantes, os [[católico]]s do século XVI passam a se ocupar das disputas daí oriundas. [[Juan Luis Vives]] escreve "A Verdade da Fé Cristã", em que aponta a necessidade e os fundamentos da religião cristã para a [[salvação]], abordando ainda, ao final, questões suscitadas por [[judeu]]s e [[muçulmano]]s. [[Moyses Amyrant]] escreve sobre a indiferença religiosa e [[Jacques Abbadie]] sobre o criticismo bíblico de [[Spinoza]]. Os [[católico]]scatólicos do século XVII acusam os [[protestante]]s de enfatizar demais a [[razão]]; Pascal, em seus "Pensamentos" aposta no coração. Influenciados pelo [[Racionalismo]], alguns [[católico]]scatólicos tentam demonstrar o fato da [[Revelação]] quase que matematicamente. S. Clarke defende a [[Teologia Natural]] e que no [[Novo Testamento]] concorda com a [[razão]]. Em fins do século XVIII, W. Paley reúne os argumentos contra os céticos e [[deísmo|deístas]]. Apologistas alemães defendem a [[historicidade dos Evangelhos]]. Na [[França]], [[Jean-Jacques Rousseau|Rousseau]] e [[Voltaire]] são rebatidos pelos [[católico]]scatólicos.
 
=== Século XIX ===
No final do século XVIII ocorre a reação contra o [[Racionalismo]] ilustracionista. Na [[Alemanha]] é introduzida uma nova defesa da fé: o instinto religioso dá origem à fé. Defende-se o [[monoteísmo]] como modelo de [[religião]]. Na [[França]], renasce o catolicismo romântico: o [[papado]] é essencial contra a [[anarquia]] religiosa e para aderir à fé é necessário aceitar a [[Revelação]]. Na [[Espanha]], destacam-se [[Jaime Balmes]] e [[Juan Donoso Cortés]]. Na [[Alemanha]], G. Hermes sustenta que a razão prática demonstra que a aceitação da fé é essencial para o imperativo moral. Na [[Itália]], G. Perrone se centra na religião revelada, replicando aos críticos racionalistas dos Evangelhos. Na [[Inglaterra]], [[John Henry Newman]] investiga o caminho pessoal para a fé: o [[Cristianismo]] seria a única [[religião]] que responde à fé natural. Nos [[Estados Unidos]], dois ex-protestantes, O. Brownson e I. Hecker reavivam a apologética católica no país. O [[Concílio Vaticano I]] (1870), que definiu a [[Infalibilidade papal|infalibilidade do Papa]] nos assuntos de fé e moral, pronunciados ''[[ex cathedra]]'', aumenta o alcance da [[apologética]], apoiando dois estilos: um bíblico e histórico e outro experimental e eclesial. Enquanto isto, a apologética protestante se divide em duas escolas principais, uma conservadora, que rejeita os avanços científicos, e outra liberal, que os aceita.
 
=== Século XX ===
M. Blondel estuda o dinamismo da vontade, que apenas se satisfaz com o dom sobrenatural. Assim, a [[apologética]] deverá demonstrar que o [[Cristianismo]] satisfaz o desejo sobrenatural inerente (método da imanência). Na Alemanha, a [[apologética]] recorre à [[fenomenologia]]. Nos anos 1930 e 40 se verificam muitíssimos testemunhos de conversão: T. Merton, E. Gilson, [[Jacques Maritain]], entre outros. T. Cardin tenta uma síntese entre ciência e fé. Enquanto isto, neo-ortodoxos como K. Barth e R. Bultmann rejeitam a [[apologética]]. P. Teillich refuta Barth, afirmando que a apologética encontra-se onipresente na [[Teologia Sistemática]]. O [[anglicanismo]] dá à luz ótimos apologistas leigos como [[G. K. Chesterton]] (que mais tarde se converterá ao Catolicismo) e [[C. S. Lewis]] (o qual possui uma visão muito próxima do [[Catolicismo]]). Com o [[Concílio Vaticano II]], passa-se a insistir mais no diálogo com os não-católicos o que, aliado com uma duvidosa interpretação promovida por grupos liberais, faz com que a apologética católica entre em declínio e praticamente desapareça. Mas o avanço vertiginoso dos [[novos movimentos religiosos]] cristãos e não-cristãos (alguns professando doutrinas explicitamente condenadas pela Igreja primitiva) e a expansão da Internet fazem ressurgir a tradicional apologética católica, inseparável da fé e da [[Teologia]].
 
=== Principais apologistas católicos estrangeiros ===
{|
|----- valign="top"
|
* [[Alex Grandet]]
* [[Bob Stanley]]
* [[Bruce Sullivan]]
* [[Carlos Caso-Rosendi]]
* [["Charles the Hammer"]]
* [[Dave Armstrong]]
* [[Egionor Cunha]]
|
* [[Fulton Sheen]]
* [[G. K. Chesterton]]
* [[Greg Oatis]]
* [[Jimmy Akin|James Akin]]
* [[John Henry Newman]]
* [[John Salza]]
* [[José Miguel Arráiz]]
|
* [[Joseph Gallegos]]
* [[Luís Fernando Pérez]]
* [[Karl Keating]]
* [[Marcellino D'Ambrosio]]
* [[Marcus Grodi]]
* [[Martín Zavala]]
* [[Miguel Jordá]]
|
* [[Paul Flanagan]]
* [[Paulo Diercky]]
* [[Phil Porvaznik]]
* [[Robert Schihl]]
* [[Robert Sungenis]]
* [[Scott Hahn]]
* [[Steve Ray]]
|}
 
== Histórico no Brasil ==
No [[Brasil]], acredita-se que a apologética católica começou com a Evangelização promovida pelos missionários Jesuítas.
 
A guerra contra a [[invasão holandesa]] em [[Pernambuco]] e a [[invasão francesa]] no [[Rio de Janeiro]] (cujos invasores professavam o [[Calvinismo]]), nos séculos XVI e XVII, também pode ser considerado um movimento apologético católico.
No [[rádio]] e na [[televisão]] surgem programas dedicados exclusivamente à promoção da defesa da fé católica, como "A Hora de São Jerônimo", apresentado pelo apologista [[Carlos Ramalhete]], e "Escola da Fé", apresentado pelo professor [[Felipe Rinaldo de Aquino]] na [[TV Canção Nova]].
 
=== Principais apologistas católicos brasileiros ===
{|
|----- valign="top"
|
* [[Alexandre Semedo]]
* [[Alessandro Ricardo Lima]]
* [[Boaventura Kloppenburg]]
* [[Carlos Martins Nabeto]]
* [[Carlos Ramalhete]]
|
* [[Cledson Ramos Bezerra]]
* [[Emerson de Oliveira]]
* [[Estêvão Bettencourt|Estêvão Tavares Bettencourt]]
* [[Felipe Rinaldo Queiroz de Aquino|Felipe Rinaldo de Aquino]]
* [[Francisco Battistini]]
|
* [[Frederico Viotti]]
* [[Jaime Francisco de Moura]]
* [[Marcos Libório]]
* [[Marcos Monteiro Grillo]]
* [[Orlando Fedeli]]
|
* [[Rafael Vitola Brodbeck]]
* [[Rogério Amaral Silva]]
* [[Vicente Wrosz]]
* [[Wellington Campos Pinho]]
* [[John Lennon José da Silva]]
|}
 
== Objetivos ==
=== O diálogo com os ateus ===
A apologética católica, no diálogo com [[ateu]]s, pretende convencer-lhes principalmente da existência de [[Deus]]. Acreditam que tudo o que existe deve-se ao ato criador de [[Deus]]; por isso, afirmam que nada surgiu por acaso. Alguns apologistas que trabalham nesta linha questionam a [[Teoria da Evolução]], que é o principal argumento dos ateus contra o [[Criacionismo]].
 
=== O diálogo com as religiões monoteístas ===
As grandes religiões monoteístas são: [[Judaísmo]], [[Cristianismo]] e [[Islamismo]].
 
No diálogo com judeus e muçulmanos, a apologética católica quer convencer que o [[Cristianismo]] é o cumprimento das promessas e profecias messiânicas anunciadas pelos Patriarcas e Profetas, segundo as quais [[Jesus Cristo]] é o [[Messias]] prometido não somente a [[Israel]] mas a todas as nações.
 
Com o [[protestantismo]], o diálogo pretende demonstrar a continuidade da doutrina católica com a Fé dos primeiros séculos e a concordância com as [[Sagradas Escrituras]], além de defender a existência da sucessão dos apóstolos, o primado do [[Papa]] e a impossibilidade da doutrina protestante da [[Sola Scriptura]].
 
=== O diálogo com as religiões politeístas ===
O esforço na conversa com as religiões politeístas se propõe em defender a ordem da criação como resultado da inteligência de [[Deus]] e a ordem no Céu. Segundo esta proposição, todo bem vem e se orienta para [[Deus]], que no dizer de São [[Tomás de Aquino]] é a Causa das Causas.
 
== Principais desafios ==
A grande maioria dos [[católico]]s reconhece que nada ou pouco sabem sobre a Doutrina Católica e isto, segundo os apologistas católicos, favorece a ação proselitista e expansionista de outras religiões.
 
Por outro lado, a quantidade de igrejas orientais ortodoxas na América não é expressiva, não constituindo, portanto, em preocupação para os apologistas católicos de línguas portuguesa, espanhola e inglesa.
 
=={{ Bibliografia}} ==
* AQUINO, Felipe Rinaldo Queiroz de. ''Falsas doutrinas: seitas & religiões''. Lorena: Cléofas, 1ª ed., 2002. ISBN 85-881-5805-1.
* __________. ''Entrai pela porta estreita''. Lorena: Cléofas, 1ª ed., 1997. ISBN 85-862-8302-9.
* AUTORES VÁRIOS. ''Coletânea: homenagem a dom Estêvão Bettencourt osb''. Rio de Janeiro: Lumen Christi, 1ª ed., 1990. ISBN n/c.
* BATTISTINI, Francisco. ''Por que amo a Igreja''. São Paulo: Ave Maria, 1ª ed., 2007, pp. 93-97. ISBN 85-276-1125-2.
* BETTENCOURT, Estêvão Tavares. ''Diálogo ecumênico: temas controvertidos''. Rio de Janeiro: Lumen Christi, 3ª ed., 1989. ISBN n/c.
* FRANGIOTTI, Roque. ''Padres apologistas''. Coleção Patrística. São Paulo: Paulus, 1ª ed., 1995. ISBN 85-349-0054-X.
* GONZAGA, Luiz; GONZAGA, Susete. ''Religião on-line: o melhor da Internet sobre as grandes religiões''. Lisboa: CentroAtlântico, 1ª ed., 2001, p. 141. ISBN 97-284-2646-1.
* KLOPPENBURG, Boaventura. ''Espiritismo: orientação para os católicos''. São Paulo: Loyola, 6ª ed., 1997, p. 7. ISBN 85-150-0458-5.
* KONINGS, Johan; ZILLES, Urbano. ''Religião e cristianismo''. Porto Alegre: Edipucrs, 7ª ed., 1997. ISBN n/c.
* MOURA, Jaime Francisco. ''Por que estes ex-protestantes se tornaram católicos?''. São José dos Campos: ComDeus, 1ª ed., 2002. ISBN 85-868-9242-4.
* NABETO, Carlos Martins. ''Série Citações Patrísticas''. Veritatis Splendor, 1ª ed., 2007/2008. ISBN n/c.
* ZILLES, Urbano. ''Religiões: crenças e crendices''. Porto Alegre: Edipucrs, 3ª ed., 2002. ISBN 85-743-0255-4.
 
== {{Ver também}} ==
* [[Apologética]] (contém mais informações adicionais e importantes)
* [[Teologia cristã]]
* [[Doutrina da Igreja Católica]]
 
=={{ Ligações externas}} ==
* No Brasil
** [http://www.hsjonline.com A Hora de São Jerônimo On Line]
** [http://www.veritatis.com.br Apostolado Veritatis Splendor]
** [http://www.apologeticacatolica.com.br Apostolado São Clemente Romano]
** [http://www.lepanto.com.br Frente Universitária Lepanto]
** [http://www.pastoralis.com.br Pastoralis Paróquia Virtual]
** [http://agnusdei.50webs.com Portal do Agnus Dei]
** [http://pr.veritatis.com.br Revista Pergunte e Responderemos Online]
* No exterior
 
** [http://www.apologeticacatolica.org Apologética Católica]
*No exterior
** [http://www.apologeticacatolicacatholic.orgcom/ ApologéticaCatholic CatólicaAnswers]
** [http://www.catholiccatholicapologetics.comnet/ Catholic AnswersApologetics]
** [http://wwwhome.catholicapologeticsinreach.netcom/bstanley/ The Catholic ApologeticsTreasure Chest]
**[http://home.inreach.com/bstanley/ The Catholic Treasure Chest]
 
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[[Categoria:Apologética Católicacatólica| ]]
 
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