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A [[aproximante palatal]] (representada por {{IPA|/j/}} no [[Alfabeto fonético internacional|AFI]]) é formada quando o pré-dorso da língua aproxima-se do palato anterior, sem no entanto existir fricção de ar. Encontramos essa semivogal, por exemplo em:
* le'''i'''te {{IPA|/ˈle'''j'''.ʧi/}} ([[Português brasileiro|PB]]) {{IPA|/ˈlɐ'''j'''.tɨ/}} ([[Português europeu|PE]])
* ca'''i''' {{IPA|/ˈka'''jy'''/}}
* dó'''i''' {{IPA|/ˈdɔ'''jy'''/}}
* fo'''i''' {{IPA|/ˈfo'''jy'''/}}
* cu'''i'''dado {{IPA|/ku'''j'''.ˈda.du/}}
A [[aproximante labiovelar]] (representada por {{IPA|/w/}} no [[Alfabeto fonético internacional|AFI]]) é formada quando o pós-dorso da língua aproxima-se do palato posterior ao mesmo tempo que existe um arredondamento dos lábios, sem no entanto existir fricção de ar. Encontramos essa semivogal, por exemplo em:
* ág'''u'''a {{IPA|/ˈa. ɡ'''w''' ɐ /}}
 
A grande confusão que existe em falantes da língua portuguesa entre semivogais e vogais deve-se ao facto de a pronúncia das semivogais {{IPA|/jy/}} e {{IPA|/w/}} ser parecida com a pronúncia das vogais {{IPA|/i/}} e {{IPA|/u/}}, mas sobretudo ao facto de se usar as '''[[letra]]s''' vogais «i» e «u» para representar os '''[[Fonema|sons]]''' semivocálicos {{IPA|/j/}} e {{IPA|/w/}}. Uma semivogal nunca constitui um '''cume silábico'''. Apesar de '''acusticamente''' se aproximar de uma vogal, a nível '''funcional''' da fonologia uma semivogal aproxima-se de uma consoante.
 
;{{Ver também}}
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