Revolução Constitucionalista de 1932: diferenças entre revisões

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Em 1932 a irritação das oligarquias paulistas com Vargas não cede sequer com a nomeação de um paulista, [[Pedro de Toledo]], como interventor do Estado e começa-se a tramar um movimento armado visando à derrubada de Vargas, sob a bandeira da proclamação de uma nova [[Constituição]] para o [[Brasil]].
 
A [[morte]] de quatro jovens [[São Paulo (cidade)|paulistanos]] ([[Martins]], [[Miragaia]], [[Dráusio]] e [[Camargo]]) em [[23 de maio]] de 1932 leva à união de diversos setores da [[sociedade]] paulista em torno do movimento de [[Constituição|constitucionalização]]. Neste movimento, tanto se uniu a oligarquia que pretendia a volta da supremacia paulista no poder quanto segmentos que desejavam a implantação de uma verdadeira [[democracia]] no Brasil.
 
Em [[9 de julho]] de 1932 a rebelião rebenta com os paulistas acreditando possuir o apoio de outros Estados, notadamente Minas Gerais, [[Rio Grande do Sul]] e [[Mato Grosso]], na derrubada de Getúlio Vargas.
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