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Durante uma [[epidemia]] de [[peste]] que assolou o [[Al-Andalus]] em [[1348]], enunciou pela primeira vez a noção de [[Doença infeciosa|contágio]] e recomendou isolar os doentes e destruir os seus lençóis. Descreveu com rigor o desenvolvimento e a propagação de uma epidemia.
 
Foi autor de mais de sessenta livros sobre ''História de Granada''; uma monografia sobre Granada com a descrição da cidade e os seus habitantes; a ''Cronologia dos califas e os reinos de Africa e Espanha'' e ''Rawdat at-ta'rîf bi-l-hubb as-sharîf'' um tratado [[islâmico]] de mística, sobre o amor de Deus. Escreveu grande parte dos seus livros no meio de crises de [[insonioinsônia]]. Em [[1369]] escreveu uma [[autobiografia]].<ref>''Al-Ihata fi akhbar Gharnata'' (Fontes Completas sobre a História de Granada) Muhammad Abd Allah Inan (ed.) Cairo: Maktabat al-Khanji, 1978.</ref>
 
Devido às suas relações às vezes caóticas com personalidades políticas do país, foi obrigado em duas ocasiões a exilar-se emna [[África do Norte]] (de [[1360]] até [[1362]] e de novonovamente desde [[1371]]). Residiu em [[Ceuta]], [[Tlemcen]] e [[Fez]], onde serviu ao governo dos [[Merínidas]], o qual desencadeou as suspeitas do sultão, quem nomeou como vizir um discípulo de Khatib, [[Ibn Zamrak]], a quem ordenou encontrar e capturar o seu mestre. Foi detido e julgado em Granada. Após defender-se do cargo de traição, durante o processo, somente foi condenado a prisão, bem como também à destruição de todos os seus livros, mas o governo contratou assassinos profissionais que o estrangularam na sua cela da prisão de Fez, em [[1374]].
 
=={{Bibliografia}}==
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