Diferenças entre edições de "Graça preveniente"

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Armínio afirmou a [[depravação total]], mas acreditava que somente a graça preveniente permitiria que os homens escolhessem a salvação:
 
<blockquote>Concernente a graça e livre-arbítrio, isto é o que eu ensino conforme as Escrituras e o consentimento ortodoxo: o livre-arbítrio é incapaz de iniciar ou aperfeiçoar alguma bondade verdadeira e espiritual, sem a graça... Essa graça [''prœvenit''] vem antes, acompanha, e segue; anima, assiste, opera em nossa vontade, e coopera para que a nossa vontade não torne-se vã.<ref>Jacobus Arminius, ''The Works of James Arminius, D.D., Formerly Professor of Divinity in the University of Leyden'' (Auburn, NY: Derby and Miller, 1853), 4:472.</REF></blockquote>
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Concernente a graça e livre-arbítrio, isto é o que eu ensino conforme as Escrituras e o consentimento ortodoxo: o livre-arbítrio é incapaz de iniciar ou aperfeiçoar alguma bondade verdadeira e espiritual, sem a graça... Essa graça [''prœvenit''] vem antes, acompanha, e segue; anima, assiste, opera em nossa vontade, e coopera para que a nossa vontade não torne-se vã.<ref>Jacobus Arminius, ''The Works of James Arminius, D.D., Formerly Professor of Divinity in the University of Leyden'' (Auburn, NY: Derby and Miller, 1853), 4:472.</REF>
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=== Em Wesley ===
 
Wesley insisted on prevenient grace as a solution to two great problems in Christianity: the belief of [[original sin]] and the [[Protestantism|Protestant]] [[doctrine]] of [[Justification (theology)|salvation by grace alone]]. Developing the idea based upon the witness of [[Bible|Scripture]], Wesley felt that prevenient grace enabled the doctrines of original sin and salvation by grace to co-exist while still maintaining God's sovereignty and holy character as well as human freedom.
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=== Na teologia Católica Romana ===
A questão da graça preveniente foi discutida no capítulo cinquenta da sexta sessão do [[Concílio de Trento]]:
 
<blockquote>''797. Declara ainda [o Santo Concílio]: o início da justificação dos adultos deve brotar da graça proveniente de Deus [cân. 3] por Jesus Cristo, a saber, de sua vocação, pela qual são chamados, sem qualquer merecimento da parte deles. Assim, aqueles que estavam afastados de Deus pelos pecados, se dispõem [amparados] pela sua graça, que excita e auxilia (per eius excitantem atque adiuvantem gratiam), a alcançarem a conversão e a própria justificação, consentindo livremente nesta graça e livremente cooperando com ela [cân. 4 e 5]; de forma que, tocando Deus o coração do homem com a iluminação do Espírito Santo, fica o homem por um lado não totalmente inativo, recebendo aquela inspiração, que poderia também rejeitá-la; por outro lado, não pode ele de sua livre vontade, sem a graça de Deus, elevar-se à justificação [cân. 3] diante de Deus. Por isso, quando nas Sagradas Escrituras se diz: Convertei-vos a mim e eu me converterei a vós (Zac 1, 3), somos lembrados de nossa liberdade; quando, porém, respondemos: Convertei-nos, Senhor a vós, e seremos convertidos (Lam. Jer 5, 21), confessamos que a graça de Deus nos previne.''<ref>{{Citar web |url=http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=concilios&artigo=trento&lang=bra#sessao6 |título=Concílio de Trento - Sessão VI (13-1-1547)|língua= |autor= |obra= |data= |acessodata=}}</ref></blockquote>
''O Sínodo ademais declara, que em adultos, o início da dita Justificação is to be derivada da graça preveniente de Deus, através de Jesus Cristo, that is to say, from His vocation, whereby, without any merits existing on their parts, they are called; that so they, who by sins were alienated from God, may be disposed through His quickening and assisting grace, to convert themselves to their own justification, by freely assenting to and co-operating with that said grace''.<ref>{{Citar web |url=http://history.hanover.edu/texts/trent/ct06.html |título=Concílio de Trento |língua= |autor= |obra= |data= |acessodata=}}</ref>
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=== Na Escritura ===
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