Diferenças entre edições de "Santuário dos grandes deuses de Samotrácia"

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A fascinação pelos cultos de mistérios suscitou um interesse constante pelo local nos séculos 17 e 18. Os primeiros estudos arqueológicos foram obra da missão francesa de Deville e Conquart em [[1866]], depois da descoberta espetacular por Champoiseau, consul francês em [[Adrianópolis (Trácia)|Adrianópolis]], da celebre estátua da [[Vitória de Samotrácia|vitória alada]], hoje no museu do [[Louvre]]. O austríaco A. Conze foi o próximo a explorar o local em [[1873]] e [[1876]], revelando o Ptlomaion e a praça, e levou alguns achados superficiais do Hiéron, do Arsinoéion e do Temenos. Seu trabalho foi publicado em dois ricos volumes de uma tremenda qualidade para a época. Por um acordo com o governo turco, os austríacos partilharam seus achados , numerosos fragmentos arquitetonicos vieram para o [[museu Kunsthistorisches]] de [[Viena]], enquanto outros foram para o Museu Galipoli ou para o Museu Arqueológico de [[Istambul]], mas uma parte do material infelizmente desapareceu durante o transporte.
 
Champoiseau retornou em [[1891]] para procurar os blocos que formavam a proa do navio sobre os quais a vitória estava instalada e descobriu o teatro (10). A Escola Francesa de [[Atenas]] e a Universidade de [[Praga]] (Salac e [[:fr:Fernand Chapouthier | Chapouthier]]) também levaram a cabo escavações entre [[1923]] e [[1927]], antes da Universidade de [[Nova Iorque]] começar suas escavações em [[1938]], que revelaram o Anaktoron, interrompidas pela guerra, tempo durante o qual o local sofreu com a ocupação búlgara, voltaram em [[1948]] e continuam até o presente. Em [[1956]] uma reconstrução parcial (anastylosis) da fachada do Hiéron foi efetuada.
 
==Bibliografia==