Editora Vozes: diferenças entre revisões

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André Trocmé
(André Trocmé)
Hoje, depois de a Editora Vozes espalhar filiais por [[Rio de Janeiro]], [[São Paulo]] e [[Belo Horizonte]], bem como lojas por todo o país, está entre as cinco maiores do Brasil. Seu lucro é reinvestido na empresa e é destinado a obras assistenciais. A editora produz 15 novos títulos a cada mês, além de reimprimir outros 30 ou 40. Sobressaindo ainda por sua linha editorial segura e diversificada, a Vozes prova que, ao contrário do que muitos insistem em dizer, o Brasil desfruta de um imenso potencial dentro da [[indústria cultural]].
 
Por causa de suas linhas de publicação pode ser definida como uma editora da educação. Tem dentre seus autores [[Darcy Ribeiro]], [[André Trocmé]], [[Fernando Henrique Cardoso]], [[Marta Suplicy]], [[Leonardo Boff]], [[Arnaldo Niskier]], Dom [[Paulo Evaristo Arns]], [[Frei Beto]], [[Ronaldo Rogério de Freitas Mourão]], [[Ester Pilar Grossi]], [[Márcia Peltier]], [[Junito Brandão]], [[Mário Curtis Giordani]], [[Gustavo Gutiérrez]], [[Alain Touraine]], [[Jean-Yves Leloup]], [[Régis Debret]] e [[Michel Foucault]], além de estar permanentemente abrindo as portas para novos autores. Há quem critique que pelo domínio de [[Leonardo Boff]], a Vozes deixou de ser um Editora católica para se tornar uma editora com orientação marxista, possuindo um amplo acervo de obras de orientação marxista e de divulgação da Teologia da Libertação.{{carece de fontes}}
 
==Ver também==
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