Abrir menu principal

Alterações

4 bytes adicionados ,  17h28min de 9 de dezembro de 2010
Os cursos deveriam ser frequentados pelos oficiais de acordo com sua especialização: os oficiais de infantaria e cavalaria deveriam frequentar o primeiro ano do curso matemático e o do curso militar; os de artilharia os três primeiros anos do curso matemático e o primeiro do curso militar; os engenheiros militares e os oficiais do [[Estado Maior]], os três primeiros do curso matemático os dois do curso militar; os oficiais da marinha e os engenheiros geógrafos todo o curso matemático mais a prática do Observatório; os engenheiros de pontes e calçadas os três primeiros anos do curso matemático e os dois do curso de pontes e calçadas; os engenheiros construtores navais três primeiros anos do curso matemático e os dois do curso de construção naval.<ref>[http://brasiliana.com.br/obras/a-instrucao-e-o-imperio-1-vol/pagina/537/texto MOACYR, Primitivo, op. cit., p.537-40]</ref>
 
No ano seguinte, em [[22 de outubro]] de [[1833]], a Academia de Marinha e a companhia[[Companhia de guardasGuardas-marinhasMarinhas]] é separada de novo, constituindo um estabelecimento separado.<ref>[http://brasiliana.com.br/obras/a-instrucao-e-o-imperio-1-vol/pagina/542/texto MOACYR, Primitivo, op. cit., p.542]</ref>
 
O regulamento estabelecia dois cursos diversos: um curso militar para os oficiais das três armas principais do exército; um curso completo para os oficiais engenheiros de todas as classes. O curso militar tinha duração de três anos. O curso completo de engenheiros era comum nos três primeiros anos, e tinha mais três anos a seguir. Além dos estudos havia exercícios de campo a que eram obrigados todos os discípulos.<ref>[http://brasiliana.com.br/obras/a-instrucao-e-o-imperio-1-vol/pagina/543/texto MOACYR, Primitivo, op. cit., p.543]</ref>
7 595

edições