Diferenças entre edições de "Partido Popular (Brasil)"

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Segundo afirma o ''Dicionário Histórico e Bibliográfico Brasileiro (DHBB)'' da [[Fundação Getúlio Vargas]], a criação do Partido Popular serviria para que o governo militar estabelecesse uma alternativa civil para a sucessão do presidente [[João Figueiredo]] e dentre os nomes aludidos estava o do ministro da Justiça, [[Petrônio Portela Nunes|Petrônio Portela]]. A esse respeito tratam os arquivos da FGV:
 
'''<br /><small>''"Por contar em seus quadros com Magalhães Pinto, Olavo Setúbal e Herbert Levy, o PP foi chamado de 'partido dos banqueiros'. Foi chamamdo também de 'Partido do Petrônio', por supostamente seguir os termos de um acordo tácito firmado entre Tancredo, o deputado Tales Ramalho e o ministro Petrônio Portela, grande incentivador da criação de um partido de centro, e como tal visto não como um partido de oposição, mas como uma agremiação auxiliar do PDS".''</small>'''; reunia políticos dissidentes da ARENA, bem como conservadores do MDB, como a adesão do Governador do Estado do Rio de Janeiro, [[Chagas Freitas]] e todo o seu grupo.
 
Tal estratagema ruiu com a morte de Petrônio vítima de um ataque cardíaco em [[6 de janeiro]] de [[1980]] e assim os políticos ligados ao PDS voltaram ao centro das conversas sobre a sucessão presidencial. Tendo divulgado o manifesto de sua criação em [[20 de dezembro]] de [[1979]], o Partido Popular fez sua primeira reunião em [[Brasília]] dia [[10 de janeiro]] de [[1980]] e sua convenção nacional aconteceu em [[7 de junho]] de [[1981]] e nela houve uma demonstração dos "pendores conciliatórios" da legenda: o senador [[Tancredo Neves]] foi eleito presidente do partido tendo o também senador [[Magalhães Pinto]] como presidente de honra. Como se sabe os dois políticos sempre foram adversários dentro da política mineira, tanto que em 1960 Magalhães Pinto (UDN) venceu Tancredo Neves (PSD) na disputa pelo governo do estado.
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