Diferenças entre edições de "Bernardo Correia de Castro e Sepúlveda"

1 277 bytes adicionados ,  22h40min de 15 de janeiro de 2011
m
sem resumo de edição
m
m
'''Bernardo Correia de Castro e Sepúlveda''' ([[Bragança (Portugal)|Bragança]], [[20 de Agosto]] de [[1791]] — [[Paris]], [[9 de Abril]] de [[1833]]) foi um militar e político português da primeira metade do [[século XIX]]. Foi um dos membros do [[Sinédrio do Porto]] encabeçado por [[Manuel Fernandes Tomás]], estando associado à génese da [[Revolução Liberal do Porto]] de [[1820]].
==Biografia==
Nasceu em Bragança, filho do [[tenente-coronel]] [[Manuel Jorge Gomes Sepúlveda]] (1735-1814), um militar e membro da velha aristocracia duriense.
 
Como era tradição familiar, enveredou pela carreira militar. Participou nas campanhas da [[Guerra Peninsular]] atingindo o posto de [[coronel]] com apenas 29 anos de idade.
 
A [[16 de Agosto]] de [[1820]] assumiu o comando do [[Regimento de Infantaria n.° 18]], então estacionado na cidade do [[Porto]], sendo um dos mais activos líderes da [[Revolta Liberal do Porto]] que ocorreu naquela cidade no dia 24 de Agosto daquele ano. Foi um dos membros do [[Sinédrio do Porto]] e um dos mais destacados pioneiros do [[liberalismo]] entre os militares portugueses.
 
Em 1823 foi nomeado Comandante Militar de Lisboa, com o posto de [[brigadeiro]]. Nessas funções aderiu à [[Vilafrancada]], abandonando o campo liberal, mas a sua adesão foi considerada tardia e suspeita, não tendo os realistas perdoado a sua anterior militância no campo liberal, pelo que acabou preso às ordens de D. [[Miguel I de Portugal]]. Depois de um ano de encarceramento em [[Peniche]], foi libertado, optando pelo exílio em Paris.
{{esboço}}
 
 
Abandonado pelos liberais e perseguido pelos absolutistas, permaneceu em França, onde faleceu na cidade de Paris.
==Referências==
Lourenço Vaz, ''"Bernardo Correia de Castro e Sepúlveda''" in ''A Voz do Nordeste'', n.º 340, p. 2 (1999).
 
=={{Ligações externas}}==