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Casou em Lisboa, São José, a 15 de Outubro de 1879 ou em 1887 com seu primo [[João Pereira Mouzinho de Albuquerque Cota Falcão]], de quem teve uma filha, [[Fernanda Pereira de Faria Mouzinho de Albuquerque]].
 
A veneranda Senhora Dona Mécia viveu longa e benemérita vida na sua casa e residência pombalina da [[Rua da Junqueira]], onde faleceu, frente à rua que a Excelentíssima Vereação do Município de Lisboa distinguiu com o seu nome, a 24 de Outubro de 1970. O descerramento da placa toponomástica foi realizado por sua filha Fernanda, com a assistência do Senhor [[Presidente da Câmara Municipal de Lisboa]], Engenheiro [[Fernando Santos e Castro]], e do Vice-Presidente D. Sigismundo de Saldanha, tendo discursado o historiador e publicista Professor Dr. Francisco de Assis de Oliveira Martins.
 
==Obras==
* Quando faleceu tinha no prelo um livro de versos intitulado ''Ao Fim da Estrada''
 
Algumas das suas obras foram traduzidas em espanhol e francês, e mesmo em marata. Escreveu os versos do hino ''A Espada de Mouzinho'', marcha patriótica com música de Arnaldo Martins de Brito, publicado no Livro do Centenário de Mouzinho de Albuquerque, em 1955. Uma das suas últimas prodições poéticas foi a ''Marcha Heróis da Índia'', com música de Arnaldo Martins de Brito, e oferecida ao Governador-Geral do Estado da Índia Portuguesa, General [[Paulo Bernard Guedes|Benard Guedes]], sendo o produto da venda destinado aos soldados em missão naquela histórica parcela do território nacional. Aquando do primeiro centenário do nascimento da Rainha Senhora Dona Amélia de Orleans e Bragança, o jornal ''O Debate'', a 25 de Setembro de 1965, evocou a vida da excelsa Soberana através do poema ''Rainha e Mártir'', da autoria de Mécia Mouzinho de Albuquerque.
 
==Fontes==
Utilizador anónimo