Instituto Internacional da Língua Portuguesa: diferenças entre revisões

 
A sua criação foi proposta em [[1989]] pelo então Presidente da República do Brasil, [[José Sarney]], durante a primeira cimeira daquela organização internacional, realizada em [[São Luís do Maranhão]]. No entanto, só 10 anos depois, por ocasião da VI Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em [[São Tomé e Príncipe]], o Instituto foi finalmente criado.
 
Em outubro de 2010 assumiu a Direção Executiva do Instituto, por um período de dois anos, o linguista brasileiro Gilvan Mueller de Oliveira, acompanhado, na Presidência do Conselho Científico, pela professora caboverdiana Maria Helena Lobo.
 
A partir deste momento a ação do IILP passou a orientar-se pelo Plano de Ação de Brasília para a Promoção, a Difusão e a Projeção da Língua Portuguesa, estabelecido durante a I Conferência Internacional sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial, realizada na capital brasileira em abril de 2010. O documento, ratificado na VIII Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP, realizada em Luanda, Angola, em julho daquele ano, estabelece as prioridades da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa para o biênio, a saber: a presença do português nas organizações internacionais, a adoção de uma perspectiva de multilinguismo para o respeito às outras línguas dos Estados Membros, a manutenção da língua portuguesa nas Diásporas e a problemática da língua no meio digital e na internet.
 
 
 
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