Diferenças entre edições de "Interpreter"

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A arquitectura deve possuir os seguinte elementos:
O estilo arquitectural interpretador contem um intermediário entre o "cliente" e "servidor"
- Máquina de interpretação. Interpreta instruções com base no estado do interpretador e do programa.
Este intermediário é apenas um conjunto de filtros para testar condições.
- Pseudo programa. O que irá ser interpretado (Instruções a executar)
Por cliente entenda-se uma aplicação que chama. Por servidor entenda-se a aplicação que vai executar um serviço/função.
- Estado actual da máquina de interpretação
O Servidor necessita de realizar alguns teste. Validação de parâmetros, IP, validade do contexto da chamada... etc.
- Estado actual do programa de execução.
A principal vantagem é poder ser usado para construir máquinas virtuais para colmatar o fosso entre a máquina de execução esperada pela semântica do programa e a máquina de execução disponível no hardware.
Ex: A Java virtual machine.
 
Com o intermediário no meio, que é um Filter Manager, este faz esta função de testes.
Há FilterChains pré e pós chamadas.
Isto permite libertar a parte do código que realmente faz as coisa dos testes a condições variadas.
Tornando a potabilidade e alteração do código mais fácil.
Também torna mais simples a adição/remoção de filtros (testes
 
 
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