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Desde então Schörner enfrentou uma série de batalhas defensivas, com o objetivo de estabilizar a frente na Romênia. Em julho, Schörner foi nomeado comandante do Grupo de Exército Norte até janeiro de 1945, quando foi nomeado comandante do Grupo de Exército Central, com a missão de defender a Tchecoslováquia e a parte alta do rio [[Oder]]. Sem apoio, a ofensiva soviética era implacável e quando [[Berlim]] foi sitiada, Hitler o designou Comandante em Chefe do Exército em seu testamento político. Sem embargo o Terceiro Reich já estava chegando a seu fim, e o novo cargo que havia recebido era meramente nominal.
 
Em 8 de maio de 1945, Alemanha se rendeu incondicionalmente, naquele momento o Generalfeldmarschall Schörner se encontrava perto de Praga, e depois de que os norte-americanos não puderam assegurar-lhe nada acerca de sua integridade e a de seu exército, fugiu para a Áustria, sendo perseguido pelos aliados em 18 de maio. Seu exército seguiu lutando em Praga com a esperança de que foram os norte-americanos e não os soviéticos os que libertaram a cidade, sem ajuda, não puderam agüentaraguentar o avanço do Exército Vermelho, pelo que Schörner assegurou a rendição de seu Grupo de Exército aos norte-americanos em 12 de maio e logo se dirigiu para Tirol, para organizar a defesa de [[Alpenfestung]], que deveria ser o último baluarte nazi na Europa.
 
Apesar de que Schörner não acreditava na vitória, continuou lutando como havia prometido à Hitler dias antes de que este se suicidasse. Depois de passar semanas ali e convencer-se da inutilidade de suas ações se entregou para os britânicos.
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