Diferenças entre edições de "Seleuco IV Filopátor"

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Um pouco mais de referências (copy-and-paste), incluindo pesquisa inédita do William Smith
m (Referenciando e mexendo um pouco com base em Bar Hebraeus. {{falta-árvore-genealógica}} (só assim para enteder estas famílias))
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[[Ficheiro:SeleucusIV.JPG|thumb|350px|Moeda de Seleuco IV Filopáter.]]
'''Seleuco IV Filopáter''' (do gr: '''Σέλευκος Φιλοπάτωρ''', "'''que ama a seu pai'''" ) ([[236 a.C.]]-[[176 a.C.]])<ref name="eusebio.96" />, foi o sétimo rei da [[Dinastia Selêucida]]. Era filho do rei [[Antíoco III Magno]]<ref name="eusebio.95">[[Eusébio de Cesareia]], ''Crônica'', 95, ''Os reis da Ásia Menor depois da morte de Alexandre, o Grande</ref> e da rainha [[LaodiceLaódice (esposa de Antíoco III Magno)|Laódice]]<ref name="william.smith.antioco.3">[[William Smith (lexicógrafo)|William Smith]], ''[[Dictionary of Greek and Roman Biography and Mythology]]'', ''Anti'ochus III'' [http://www.ancientlibrary.com/smith-bio/0206.html <small><nowiki>[em linha]</nowiki></small>]</ref> (filha do rei [[Mitrídates II]] do Ponto]]<ref name="polibio.5.43.1">[[Políbio]], ''Histórias'', Livro V, 43.1</ref>). Antíoco III era filho de [[Seleuco II Calínico]].<ref name="eusebio.95" />
 
Ele sucedeu seu pai no terceiro ano da 148<sup>a</sup> olimpíada (186 a.C.), e reinou por doze anos, até o primeiro ano da 151<sup>a</sup> olimpíada (176 a.C.); ele viveu um total de sessenta anos.<ref name="eusebio.96">[[Eusébio de Cesareia]], ''Crônica'', 96, ''Os reis da Ásia Menor depois da morte de Alexandre, o Grande</ref> Ao morrer, ele foi sucedido por seu irmão [[Antíoco IV Epifânio]].<ref name="eusebio.96" /> Embora o império que herdou não fosse tão grande como o de seu pai antes da guerra com Roma (190-189), ele ainda era de tamanho considerável consistindo da [[Síria]] (incluindo a [[Cilícia]] e a [[Palestina]]), [[Mesopotâmia]], [[Babilônia]], [[Pérsia]] e [[Média]].
Em [[196 a.C.]] a Trácia fora adicionada ao [[Império Selêucida]], a qual Seleuco é nomeado governador. No ano de [[190 a.C.]] ele cerca a cidade de [[Pérgamo]], aliada de Roma e toma parte na [[Batalha de Magnésia]], na qual os romanos saíram vitoriosos. Em 189 a.C. torna-se co-governador de seu pai.
 
Com a morte do rei Antíoco em 3 de julho de 187 a.C.,{{carece de fontes}} lutando contra os persas em ''Ilam'', Seleuco torna-se rei <ref name="bar.hebraeus.cronografia.7">[[Bar Hebraeus]], ''Cronografia'', Livro VII, ''O primeiro reino dos gregos'', ''Aqui começa a sétima série, que passa dos reis dos persas até os gregos pagãos''</ref> e tenta restaurar o Império por meios diplomáticos. Casou sua filha [[LaodiceLaódice V(filha de Seleuco IV Filopáter)|Laódice]] com o rei macedônio [[Perseu da Macedónia|Perseu]], o que foi considerado pelo rei [[Eumenes II Sóter]] de Pérgamo como um ato anti-romano. No mesmo ano ele envia seu filho [[Demétrio (filho de Seleuco IV Filopáter)|Demétrio]] como refém a Roma; em contrapartida, seu irmão, [[Antíoco IV|Antíoco]] volta de lá.
 
Em 175 a.C. ele se vê compelido por necessidades financeiras, criadas em grande parte pela pesada indenização de guerra exigida por Roma, a prosseguir com uma política ambiciosa. Por instigação de Apolônio, dá ordem ao seu comandante Heliodoro para obter dinheiro no Templo de Jerusalém, mas ele encontra oposição do sumo sacerdote [[Onias]] e retorna. Em 3 de setembro desse ano o rei Seleuco é assassinado por Heliodoro. O reino foi tomado por seu irmão mais novo [[Antíoco Epifânio]], que havia passado onze anos em Roma como refém.<ref name="bar.hebraeus.cronografia.7" /> Ao retornar de Roma, Antíoco Epifânio matou a Heliodoro. Como o verdadeiro herdeiro Demétrio, filho de Seleuco IV, estava sendo mantido como refém em Roma, uma criança, [[Antíoco (filho de Seleuco IV Filopáter)|Antíoco]], filho de Seleuco IV, foi formalmente o rei por alguns anos até que Epífanes o matou.
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