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== Universidade e Intelectuais ==
 
Um dos principais espaços de atuação do intelectual é a [[Universidade]].<ref>[[Pedro Demo]], A universidade como defesa organizada do intelectual. In.: DEMO, Pedro. ''Intelectuais e vivaldinos: da crítica acrítica''. São Paulo: ALMED, 1982. p.62-68.</ref> A ciência seria parte da [[ideologia]] do intelectual, assim como a dedicação à prática científica e o desejo do exercício de um cargo no [[ensino superior]] enquanto modo de distinção social.<ref> idem, ibidem. p.62-63.</ref> No caso [[brasil]]eiro, bem como em alguns outros países, o intelectual procura as instituições superiores de ensino para apoio e para organização (ex: Faculdades de Direito); partindo da [[sociedade]], a esta retorna com propostas embasadas no [[conhecimento]] técnico-científico adquirido através do estudos. Esta prática é claramente perceptível, por exemplo:
 
* na ação de pensadores da [[educação]] no Brasil, como [[Anísio Teixeira]], [[Francisco Campos]], [[Gustavo Capanema]]<ref>ZOTTI, Solange A. Zotti. [http://www.sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe4/individuais-coautorais/eixo01/Solange%20Aparecida%20Zotti%20-%20Texto.pdf ''O Ensino Secundário nas Reformas Francisco Campos e Gustavo Capanema: um olhar sobre a organização do currículo escolar''.]</ref>, [[Manuel Lourenço Filho]];<ref> Em contraponto, temos a figura de [[Paulo Freire]] como intelectual de atuação expressiva fora da Universidade.</ref>