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PAULINHO TAPAJÓS, cantor, produtor musical, escritor e também Arquiteto, faz parte de uma Família de Artistas, Filho do compositor, cantor e radialista Paulo Tapajós. Irmão do compositor Maurício Tapajós e da cantora Dorinha Tapajós.
 
Na infância, costumava freqüentar o auditório da Rádio Nacional e cresceu em um ambiente musical, convivendo com artistas como Emilinha, Marlene e Radamés Gnatalli.
 
Recebeu as primeiras noções de música através do pai.
 
Na adolescência, estudou violão com Arthur Verocai, que veio a ser seu primeiro parceiro. Mais tarde, aprofundou sua técnica com Almir Chediak.
 
DADOS ARTÍSTICOS:
 
A lista de trabalhos deste grande artista é bem vasta e altamente representativa para a ARTE e CULTURA de nosso País, ficando registrada em várias áreas artísticas, toda a criatividade e sensibilidade deste artista.
 
Participou do "Música Nossa", projeto realizado no final da década de 1960 com o objetivo de promover encontros entre compositores e cantores em espetáculos realizados no Teatro Santa Rosa (RJ).
 
O primeiro registro fonográfico de uma composição de sua autoria ocorreu em 1968, no LP "Música Nossa" (Philips), com a gravação de "Madrugada" (c/ Arthur Verocai) pela cantora Magda.
 
Nesse ano, compôs, junto a Edmundo Souto e Danilo Caymmi, a música "Andança", que conta com mais de 300 gravações, no Brasil e no exterior.
 
Destacou-se, como compositor, entre 1968 e 1970, em festivais nacionais e internacionais de música, dentre os quais:
 
1967 - II Festival Internacional da Canção (FIC): finalista com "Saudade demais" (c/ Arthur Verocai), defendida por O Quarteto.
 
1968 - Festival Universitário de Música Popular Brasileira de Porto Alegre (RS): 2º lugar com "Canto pra dizer-te adeus" (c/ Edmundo Souto e Danilo Caymmi), defendida por Iracema Werneck.
 
1968 - III Festival Internacional da Canção (FIC): 3º lugar, na fase nacional, com "Andança" (c/Edmundo Souto e Danilo Caymmi), defendida por Beth Carvalho e o grupo Golden Boys; finalista, na fase nacional, com "Guerra de um poeta" (c/ Beth Carvalho), defendida entãp por Sônia Lemos.
 
1968 - I Festival Universitário de Música Popular Brasileira da TV Tupi: finalista com "Frevo da saudade" (c/ Fred Falcão), defendida por Claudette Soares.
 
1968 - II Festival Fluminense da Canção Popular: finalista com as canções "Abre a roda" (c/ Edmundo Souto), defendida por O Grupo; e "Rosa menina" (c/ Arthur Verocai), defendida pelo conjunto 004.
 
1969 - IV Festival Internacional da Canção (FIC): 1º lugar, na fase nacional, e 1º lugar, na fase internacional, com "Cantiga por Luciana" (c/ Edmundo Souto), defendida por Evinha, classificação que lhe valeu o prêmio Galo de Ouro; 5º lugar, na fase nacional, com "Minha Marisa"(c/ Fred Falcão), defendida pelo grupo Golden Boys; 7º lugar, na fase nacional, com "A velha porta" (c/ Edmundo Souto e Beth Carvalho), defendida por Beth Carvalho e As Gatas, contemplada com o prêmio de Melhor Intérprete;
 
1969 - II Olímpiada da Canção de Atenas (Grécia): 6º lugar com "Rumo sul" (c/ Edmundo Souto), defendida por Beth Carvalho.
 
1969 - II Festival Universitário da Música Brasileira da TV Tupi: finalista com as canções "Em qual estrada" (c/ Fred Falcão), defendida por Maysa; "O cosmonauta que virou luar" (c/ Edmundo Souto), defendida por Golden Boys e o grupo Youngsters; e "A menina e a fonte" (c/ Arthur Verocai e Arnoldo Medeiros), defendida pelo grupo Golden Boys;
 
1969 - II Festival Universitário de Porto Alegre: finalista com as canções "Chamamento" (c/ Luís Cláudio Ramos) e "Caminhos (c/ Edmundo Souto e Danilo Caymmi), defendida por Iracema Werneck.
 
1970 - Festival da Canção de Juiz de Fora (MG): 2º lugar com "Clara" (c/ Arthur Verocai), defendida por Evinha;
 
1970 - Festival Internacional de Viña del Mar (Chile): 4º lugar com "Avenida Atlântica" (c/ Fred Falcão), defendida pelo grupo Golden Boys;
 
1970 - V Festival Internacional da Canção (FIC): finalista na fase paulista com "Vivências" (c/ Chico Lessa e Edmundo Souto), defendida pelo conjunto O Terço; finalista na fase nacional com as canções "Minha história" (c/ Ivan Lins e Arthur Verocai), defendida por Fototi, e "Tema do caminhante" (c/ Renato Corrêa), defendida pelo Trio Esperança.
 
1970 - Festival Internacional da Canção de Caracas: finalista com "A menina e a fonte" (c/ Arthur Verocai e Arnoldo Medeiros), defendida por Eliana Pittman, contemplada com o prêmio de Melhor Intérprete.
 
Em 1969 e 1970, exerceu os cargos de diretor artístico e produtor musical do selo Forma (Philips), na gravadora Phonogram (depois PolyGram e hoje Universal Music), que lançou no mercado fonográfico artistas como Ivan Lins, O Terço, Lucinha Lins, Gonzaguinha e Fagner, entre outros.
 
Na década de 1970, participou das trilhas sonoras das seguintes novelas de televisão:
 
1970 - "Irmãos Coragem" (Rede Globo): com "Irmãos Coragem" (c/ Nonato Buzar), tema de abertura da novela.
 
1970 - "A próxima atração" (Rede Globo): com "Tema de Regina" (c/ Edmundo Souto) e "Quem vem de lá" (c/ Arthur Verocai).
 
1970 - "Assim na terra como no céu" (Rede Globo): com "Assim na terra como no céu" (c/ Nonato Buzar e Roberto Menescal), "Mon ami (Fatos e Fotos)" (c/ José Roberto Bertrami), tema de abertura da novela, "Tema de Suzy" (c/ Roberto Menescal) e "Amiga" (c/ Roberto Menescal).
 
1970: "Verão vermelho" (Rede Globo): com "Onde você mora" (c/ Edmundo Souto).
 
De 1970 a 1978, atuou como produtor musical contratado do selo Philips, na gravadora Phonogram (depois PolyGram e hoje Universal Music), tendo sido responsável por discos de vários artistas, como Lucinha Lins, Dorinha Tapajós, César Costa Filho, Gonzaguinha, Carlos da Fé, Fagner ("Manera Fru Fru Manera"), O Terço ("O Terço"), Ivan Lins ("Agora" e "Deixa o trem seguir"), Antonio Adolfo ("Antonio Adolfo"), Trio Mocotó ("Muita zorra"),Toquinho & Vinicius ("Vinicius e Toquinho, Toquinho e Vinicius"), Nara Leão ("Meu primeiro amor"), Carlos Lyra ("Eu e elas"), Jorge Benjor ("Negro é lindo", "Ben", "A tábua de esmeraldas", "10 anos depois" e "Solta o pavão"), Gilberto Gil e Jorge Benjor ("Gil & Jorge"), Altamiro Carrilho ("Antologia do chorinho"), Banda do Canecão, Quinteto Violado ("Antologia do baião", "Folguedo"), Quarteto em Cy ("Antologia do samba-canção", volumes 1 e 2, "Quatro sucessos em Cy"), e MPB 4 ("Sucessos", vol 4, "10 anos depois" e "Palhaços e reis"), entre outros, além de projetos com diversos artistas, como "Som Livre Exportação", "Máximo de Sucessos vol. 14", "Cem anos de Carnaval", "Os maiores sambas-enredo", "16 sucessos brasileiros" "Encontros", "Encontros vol. 2" e "Orações profanas", entre outros.
 
Em 1972, gravou, com sua irmã Dorinha Tapajós, o compacto duplo "Paulinho e Dorinha", contendo as canções "É natural" (c/ Antonio Adolfo), "O profeta", "O triste" (c/ Roberto Menescal) e "Vivências" (c/ Chico Lessa e Edmundo Souto).
 
Lançou, em 1974, o LP, "Paulinho Tapajós", contendo suas canções "Clara" e "Seis horas da manhã", ambas com Arthur Verocai, "Caminho de São Tiago" (c/ Edmundo Souto), "Sob o seu cobertor" e "Se pelo menos você fôsse minha", ambas com Roberto Menescal, "Retrato do meu velho avô" e "O pijama (Qualquer dia desses)", ambas com Luiz Cláudio Ramos, "Andança" (com Edmundo Souto e Danilo Caymmi), "Carta a meu pai" (c/ Antonio Adolfo), "Sorvete de melão", "A velha", "A planta" e "O apartamento".
 
Entre 1977 e 1980, atuou como produtor musical da TV Globo, tendo sido responsável pelo programa "Fantástico" e os especiais "Saudade não tem idade", "Especial Milton Nascimento", "Especial Frenéticas" e "Alerta geral".
 
Em 1979, lançou o LP "A história se repete", contendo suas canções "Sapato velho" e "De brincadeira", ambas com Mú Carvalho e Claudio Nucci, "Quinze anos" e "Costureira", ambas com Naire, "Lição de botequim" (c/ Carlinhos Vergueiro), "Pera, uva ou maçã" (c/ Arthur Verocai), "Cantiga por Luciana" (c/ Edmundo Souto) e a faixa-título (c/ Sivuca), além de "Um simples cidadão", "O troco", "Sonho de rainha" e "Pro nosso neném", todas sem parceiros.
 
Em 1979 e 1980, ocupou o cargo de diretor artístico e de produção da gravadora Isaec (RS).
 
Trabalhou, também, como produtor musical autônomo para as gravadoras BMG/Ariola , Copacabana, Warner, Som Livre, Continental, CID e Universal, tendo sido responsável por discos de Sivuca ("Vou vida afora" e "Cabelo de milho"), Vânia Carvalho ("Vânia"), Aretha ("Aretha"), Os Carioquinhas ("Os Carioquinhas no choro"), Nélson Gonçalves ("Cante comigo"), Alcione ("Tempo de guarnicê") e Jorge Benjor ("A Banda do Zé Pretinho"), entre outros, e ainda pelos projetos "Tal pai, tal filho", "Estão voltando as flores", "Verde que te quero ver" e "Eternos meninos". Assinou, também, a produção musical do show e disco "Cantares brasileiros 1 - A Modinha", para a Companhia Internacional de Seguros.
 
Na década de 1980, prosseguiu participando de trilhas sonoras de novelas de televisão, com as canções "No tempo dos quintais" (c/ Sivuca), para a novela "Água viva" (TV Globo/1980); "Coisas do coração" (c/ Mú Carvalho), para a novela "Os ricos também choram" (SBT/1982); e "Minha pequena princesa" (c/ Mú Carvalho), para a novela "O direito de amar" (TV Globo/1987).
 
Ainda nos anos 1980, participou dos seguintes festivais de música:
 
1981: Festival Internacional da Canção Turística dos Países do Mediterrâneo e da América Latina de Estoril (Portugal): com "Rancho do dia a dia" (c/ Reinaldo Arias);
 
1985: Festival de Carnaval da TV Manchete: com "Rancho do eternamente" (c/ Edmundo Souto), defendida por Chico Puppo e Fabíola; e "Coração moleque" (c/ Sivuca), defendida por Clarisse Grova.
 
Lançou, em 1981, o LP "Amigos e parceiros", registrando suas canções "Seja o que Deus quiser" (c/ Ivan Lins), "Fábula" (c/ Toquinho), "Afina o meu violão" (c/ Edmundo Souto e Beth Carvalho), "No tempo dos quintais" (c/ Sivuca), "As portas do meu sorriso" (c/ Fagner), "Nos cabarés" (c/ Carlinhos Vergueiro), "Cantor de boite" (c/ Arthur Verocai), "Amiga" (c/ Roberto Menescal), "Mínimas" (c/ Maurício Tapajós e Luiz Fernando Veríssimo), "Abel e Caim" (c/ Maurício Tapajós), "O choro do Bruno" (c/ Abel Ferreira) e "Coisas de mãe".
 
Em 1983, gravou o LP "Coisas do coração", contendo suas composições "Depois do bloco", "Cabelo de milho", "Filha da noite" e "Bêbados e boêmios", todas com Sivuca, "Aguapé" e "Soja com cachaça", ambas com Edmundo Souto, "Canção de esperar neném" (c/ Beth Carvalho), "Riacho de pranto" (c/ Reinaldo Arias), "Repente" (c/ Arthur Verocai) e a faixa-título (c/ Mú Carvalho).
 
No ano seguinte, a Escola de Samba Unidos do Cabuçu venceu o Desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, com "Beth Carvalho, a enamorada do samba", samba-enredo de sua autoria, em parceria com Edmundo Souto, Iba Nunes e Luís Carlos da Vila.
 
Ainda na década de 1980, compôs, com Antonio Adolfo e Xico Chaves, a trilha sonora do musical infantil "Astrofolias", de Ana Luíza Job, e participou da trilha sonora da peça "Sapatinho de cristal", encenada por Lucinha Lins, com a música "Juntando trapinhos" (c/ Ary Sperling e Paulinho Mendonça).
 
Em 1986, publicou uma parte de sua obra, como compositor e letrista, no livro "De versos", que recebeu ilustrações de Ziraldo. Ainda nesse ano, assinou, com Antonio Adolfo e Xico Chaves, a trilha sonora do musical infantil "Passa, passa, passará", de Ana Luíza Job.
 
Atuou também na área publicitária, tendo realizado trabalhos de criação e produção de jingles para campanhas da Mesbla, Caderneta de Poupança Delfin, Du Loren, Classificados do Globo, Mister Pizza, Morumbi Shopping e Vila Borghese, entre outros.
 
Participou de trilhas sonoras para o teatro, tendo assinado as versões para o espetáculo "Promisses, promisses".
 
No cinema, teve músicas de sua autoria incluídas nas trilhas sonoras dos filmes: "André, a cara e a coragem", "Se segura, malandro", "Os vagabundos trapalhões", "As moças daquela hora", "Os trapalhões na Serra Pelada", "João e Maria", "Os Trapalhões na Arca de Noé", "O donzelo", "A revolta dos anjos", "Galinho de briga" e "The last fight".
 
Publicou os seguintes livros infantis:
 
"Verde que te quero ver" e o didático "Aprenda com a turma do verde", ambos em parceria com Edmundo Souto, tematizando a questão ecológica
 
"Eternos meninos", "Janjão, o anjo doidão", "Pé de sonhos", "Amor de índio", "Cometa coração", "Victor James" e "Betinho, corpo magrinho, coração grandão", este último, em homenagem ao sociólogo Betinho e sua campanha pela cidadania.
 
Adaptou para o teatro, em forma de musical, os livros "Verde que te quero ver" (c/ Edmundo Souto), "Eternos meninos" e "Janjão, o anjo doidão".
 
As trilhas sonoras de "Verde que te quero ver" (c/ Edmundo Souto) e "Eternos meninos" foram lançadas em LP. Adaptou "Verde que te quero ver" para televisão, assinando também a produção musical do especial, exibido em 1984, pela Rede Globo, com a participação de Beth Carvalho, A Cor do Som, Lucinha Lins e Viva Voz, entre outros.
 
Ainda se destaca na área infantil, trabalhos nos qual foi o responsável pela produção de "Brinque-book: canta e dança II" (livro e fita cassete), que registrou uma leitura contemporânea de cantigas de roda, com destaque para "O cravo brigou com a rosa", "Na mão direita tem uma roseira", "Meu limão, meu limoeiro", "Trem de ferro" e "Marcha soldado", entre outras.
 
No início da década de 1990, compôs a trilha sonora da peça infantil "Floresta tenebrosa".
 
Em 1991, participou do projeto "Poeta mostra a tua cara".
 
Lançou, em 1996, o CD "Coração poeta", contendo suas canções "Cabelo de milho", "No tempo dos quintais", "Tô com o diabo no corpo" e "Filha da noite", todas com Sivuca, "Assim na terra como no céu" (c/ Nonato Buzar e Roberto Menescal), "Amiga" (c/ Roberto Menescal), "Irmãos coragem" (c/ Nonato Buzar), "Sapato velho" (c/ Mú Carvalho e Claudio Nucci), "Coisas do coração" (c/ Mú Carvalho), "Afina meu violão" (c/ Edmundo Souto e Beth Carvalho), "Andança" (c/ Edmundo Souto e Danilo Caymmi), "Cantiga por Luciana" (c/ Edmundo Souto).Este disco contou ainda, com a participação especial de Ivan Lins, Danilo Caymmi, Fagner, Beth Carvalho, MPB 4, Sivuca, João Nogueira e Chico Buarque, entre outros.
 
Em 1998, gravou o CD "Reencontro", registrando suas composições "Romântico demais" e "O show não tem final", ambas com Mú Carvalho, "Do fundo do armário" (c/ Nelson Cavaquinho), "Desencontros marcados" (c/ Maurício Tapajós), "Patins" (c/ Claudio Nucci), "Colecionador de amigos" (c/ Jorge Benjor) e "Nas quebradas da vida" (c/ Antônio Adolfo), além da faixa-título (c/ Edmundo Souto e Danilo Caymmi), que remete aos 30 anos de "Andança", canção emblemática na carreira dos três compositores, e "Ao Chico com carinho" (c/ Edmundo Souto e Moacyr Luz)
 
Foi finalista na escolha do samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira para o tema "Chico Buarque da Mangueira", do Carnaval desse mesmo ano e nesta gravação, contou com a participação da Velha Guarda da Mangueira.
 
O disco contou, ainda, com a participação de Claudio Nucci, Danilo Caymmi, Fagner, Ivan Lins, Beth Carvalho e Golden Boys.
 
Ainda na década de 1990, apresentou-se em diversos espaços culturais, como Bar Vinicius, Hipódromo Up, Far Up, Casa de Cultura Laura Alvim, Sala Funarte Sidney Miller, Espaço Cultural Correia Lima, no Rio de Janeiro, Espaço Cultural Mário de Andrade, Vou Vivendo, Villaggio Café e Parque da Aclimação, dentre outros espaços artísticos e culturais.
 
Em 1999, participou do Festival de Inverno de Conservatória (RJ) e apresentou-se, com Guilherme de Brito, no Bar Vinicius (RJ).
 
Fez parte da diretoria da União Brasileira de Compositores (UBC), nas décadas de 1980 e 1990.
 
Em 2000, apresentou-se no Merci Piano Bar (RJ).
 
Também nesse ano, dividiu o palco do Bar Vinicius (RJ) com Marcello Lessa. Os dois compositores apresentaram nesse show, além de músicas próprias, algumas canções de Maurício Tapajós e Paulo Emílio.
 
Em São Paulo, realizou shows no Parque da Aclimação e participou do projeto "Sextas Acústicas", em São Bernardo do Campo, e "Viva Melhor, Viva Música", em Campos, além do "Encontro Galego no Mundo - Latim em Pó", realizado em Santiago de Compostela.
 
Em 2001, apresentou-se no Shopping America Off Price, no Bar Vinicius, no Espaço Cultural Cremerj (Projeto "Terças Musicais"), no Shopping Downtown, no Rio de Janeiro, no Teatro Sesc, em Campos e no Feitiço Mineiro ( no Projeto "Bossa Nova no Feitiço Mineiro").
 
Em 2002, fez show no Bar do Tom (RJ)
 
Ainda em 2002, participou da trilha sonora do filme "Xuxa e os Duendes 2" e assinou a produção musical do Acústico de Jorge Benjor (CD, DVD e musical de televisão), indicado para o Prêmio Multishow, no ano seguinte.
 
Em 2003, foi lançado o CD "O lirismo de Paulinho Tapajós", contendo canções de sua autoria interpretadas por Gerli e Haroldo Goldfarb.
 
Também nesse mesmo ano, fez temporada de shows no Vinicius Piano Bar (RJ), durante o mês de novembro, ao lado da cantora Claudia Telles e dos músicos Marcello Lessa (violão) e Don Chacal (percussão).
 
Em 2004, o disco "O lirismo de Paulinho Tapajós" foi contemplado com o prêmio Melhor CD Tributo pelo "Jornal das Gravadoras".
 
Lançou, em 2005, em parceria com Marcello Lessa, o CD autoral "Viola violão" (Dabliú Discos), contendo no repertório as canções inéditas.
 
Também em 2005, publica pela editora Nova Fronteira, os livros "A lenda da vitória-régia" e "A lenda do uirapuru", abrindo a série "Lendas brasileiras".
 
Lançou, em 2006, o CD "Par ou ímpar", contendo as seguintes parcerias de ambos: "Pagode caipira" e "O camponês", ambas com a participação de Eudes Fraga, "Baixo Leblon" (com a participação de Wanda Sá), "Veludo azul" (com a participação de Luís Melodia), "Brasileiro", "Só xote", "Reisado", "Buena Vista" e a faixa título. Também no repertório, regravações de sucessos de sua lavra com outros parceiros: "Coisas do coração" (c/ Mú Carvalho), registrando solos de Lozinha, Gerli e Aline Anandi, "Cantiga por Luciana" (c/ Edmundo Souto), esta com atuação solo de Claudia Telles, "Irmãos coragem" (c/ Nonato Buzar), "No tempo dos quintais" (c/ Sivuca), "Sapato Velho" (c/ Mú Carvalho e Claudio Nucci) e "Coração poeta" (c/ Nelson Cavaquinho).
 
No dia 29 de agosto de 2007, foi homenageado pelo Instituto Cultural Cravo Albin na série "Sarau da Pedra".
 
Lançou, em 2008, o CD autoral “Preparando a canção”.
 
Em 2010, apresentou-se no Bar do Tom (RJ), dividindo o palco com Claudinha Telles e Tavynho Bonfá, com o show “Sucesso Sempre”.
 
Fonte : CRAVO ALBIN
 
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