Bartolo Longo: diferenças entre revisões

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Bartolomeu conheceu a [[condessa]] [[Marianna Farnararo]], viúva, de muita fé, que o contratou como administrador de seu património.
 
Em [[outubro]] de [[1872]], dirigiu-se ao vale de [[Pompeia]], onde a condessa possuía terras. Aí encontrou muitos que trabalhavam nas escavações, afastados de qualquer experiência de fé. Uma voz interior murmurou: "Propague o Rosário". Bartolomeu tornou-se catequista e apóstolo daqueles operários, incentivando-os a entrar na [[Confraria do Rosário]].
 
Bartolomeu começou a procurar uma imagem de [[Nossa Senhora do Rosário]] para a igreja paroquial. Certo dia uma religiosa, que soubera do que necessitavam, apresentou ao advogado uma pintura da invocação desejada, mas em péssimo estado. A condessa não se entusiasmou com a imagem ao vê-la tão danificada. Mas, à falta de melhor, a estampa, enrolada num tecido ordinário, foi colocada sobre uma carroça carregada de lixo que se dirigia a Pompeia. O [[bispo]] de [[Nola]], do qual dependia a região, decidiu construir uma igreja mais próxima do local. Com o dinheiro arrecadado para iniciar a obram mandaram restaurar e enquadrar a tela da [[Virgem do Rosário]], expondo-a pela primeira vez à veneração pública no dia [[13 de fevereiro]] de [[1876]].
 
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[[Categoria:Beatos da Itália]]
[[Categoria:Religiosos da Itália]]
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