Diferenças entre edições de "Usina Hidrelétrica de Belo Monte"

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As empresas [[Odebrecht]] e [[Camargo Corrêa]] desistiram do leilão por temerem não lucrar com a empreitada.<ref name="agnaldo"/>
 
Em julho de 2011, a [[Vale S.A.|Vale]], embora tenha participado do grupo perdedor do leilão, passou a ser sócia da usina ao ocupar 9% da participação deixada pela Gaia, subsidiária do Grupo Bertin.<ref name="vale">[[Folha de S.Paulo]] (2 de julho de 2011). ''Vale é oficializada como sócia da usina de Belo Monte'', Caderno ''Mercado''</ref>A mineradora possui vários projetos próximos a Belo Monte.<ref name="vale"/>
Para garantir a realização do leilão, foi determinado que o [[BNDES]] deve financiar 80% da obra em 30 anos<ref name="maga"></ref> e o custo da obra foi reavaliado em R$ 19 bilhões<ref name="gerusa"></ref>, mas empresas do setor privado estimam que a obra deve custar cerca de R$ 30 bilhões.<ref>MARQUES, Gerusa; GALLUCCI, Mariângela. (17 de abril de 2010). ''Para TRF, usina não ameaça índios''. ''Jornal [[O Estado de S.Paulo]]''</ref>
 
Para garantir a realização do leilão, foi determinado que o [[BNDES]] deve financiar 80% da obra em 30 anos<ref name="maga"></ref>, e o custo da obra foi reavaliado em R$ 19 bilhões<ref name="gerusa"></ref>, mas empresas do setor privado estimam que a obra deve custar cerca de R$ 30 bilhões.<ref>MARQUES, Gerusa; GALLUCCI, Mariângela. (17 de abril de 2010). ''Para TRF, usina não ameaça índios''. ''Jornal [[O Estado de S.Paulo]]''</ref>
 
== Impacto da obra ==
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