Diferenças entre edições de "António Caetano de Sousa"

285 bytes adicionados ,  15h40min de 27 de julho de 2011
sem resumo de edição
{{Reciclagem|data=maio de 2009}}
[[Imagem:Antonio Caetano de Sousa.jpg|thumb|210px|D. António Caetano de Sousa.]]
[[Dom (título)|D.]] '''António Caetano de Sousa''' ([[Lisboa]], [[30 de Maio]] de [[1674]] — [[Lisboa]], [[5 de Julho]] de [[1759]]) foi um [[literatura|escritor]], [[bibliografia|bibliógrafo]] e bibliógrafo[[genealogia|genealogista]] [[portugal|português]] que pertenceu ao grupo inicial de académicos da [[Academia Real de História Portuguesa]]. Foi clérigo [[Teatinos|teatino]], a ele se devendo a ''História Genealógica da Casa Real'', e o seu ''Aparato'' bibliográfico, a continuação do ''Agiologio Lusitano'' e um vasto conjunto de obras de carácter histórico e bibliográfico, particularmente ligadas à história eclesiástica de Portugal e seus domínios ultramarinos.
 
==Biografia==
Filho de Miguel de Sousa Ferreira, nascido em [[São Nicolau (Porto)|São Nicolau]], [[Porto]], e de D.sua mulher (casados na [[Conceição Nova]] (extinta), Lisboa) Maria Craesbeck (Lisboa, Conceição Nova (extinta), 25 de Fevereiro de 1637 - Quinta da Ramada, 19 de Maio de 1709), da família Craesbeck de [[Lovaina]], desde há muito em Lisboa ligada à impressão e edição de livros.
 
Decidido a enveredar pela vida eclesiástica, em [[1690]] ingressou no convento de São Caetano de Lisboa, dos [[teatinos]], e nele professou em [[1691]]. Depois de cursar os estudos filosóficos e teológicos necessários à ordenação sacerdotal, enveredou pelo estudo da história eclesiástica. Conhecendo que o ''Agiologio Lusitano'', de [[Jorge Cardoso]], estava incompleto (só fora publicado o III volume, cobrindo o calendário litúrgico apenas até Junho), resolveu continuá-lo. Nesse trabalho deparou-se com graves dificuldades de acesso às fontes reunidas por Jorge Cardoso, as quais estavam parcialmente dispersas e parcialmente na posse de particulares que não permitiam o seu acesso ([[casa de Arronches]]). Como forma de sistematização, data desta época a criação do ''aparato'' bibliográfico, uma das primeiras listas organizadas de fontes bibliográficas conhecidas em Portugal, introduzindo um método de estudo sistemático das fontes que ainda hoje é considerado relevante.
Utilizador anónimo