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O corpo humano é consideravelmente mais apto a sobreviver a forças-g perpendiculares do que em posições eretas. Em geral, quando a aceleração puxa o corpo para trás, uma alta tolerância é perceptível, por outro lado, quando a aceleração puxa o corpo para frente, o vasos sanguíneos e a retina apresentam maior sensibilidade. Experimentos recentes indicaram que humanos não treinados conseguiam tolerar uma aceleração de 17 g é impulsionada para trás, comparada aos 12 g quando impulsionada para frente por alguns minutos sem perder a consciência ou apresentar um alto aquecimento interno.
O recorde mundial de resistência a ''força-g'' foi obtido pelo [[coronel]] da Força Aérea Americana, [[John Stapp]], em [[1954]] quando alcançou a aceleração de: 46,2 g.
 
[[Categoria:Unidades de aceleração]]
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