Diferenças entre edições de "John Langshaw Austin"

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Elaborou um estudo sobre conceitos de verdade e falsidade, qualificando os atos de fala como sendo verdadeiros ou falsos a depender da descrição que é feita. Iniciou as idéias sobre o ''performativo'', onde falar é fazer, diferenciando atos de meras descrições, porque nada descreviam, nada relatavam, etc. Sobre o ''performativo'', desenvolveu uma teoria que transformava os atos em felizes ou infelizes, ligando o ato da fala a circunstâncias ideais de proferimento. Esse tema é tratado intensamente em sua obra póstuma, ''How to do things with words'' (1962), uma série de conferências realizadas na Universidade de Oxford. Ao contrário do [[Genebra|genebrino]] formalista [[estrutura]]l [[Ferdinand de Saussure]], encontram-se nos objetos pessoais de Austin centenas de anotações escritas a próprio punho somadas a outras informações colhidas de ex-alunos.
 
As teorias de Austin foram propagadas por seu antigo aluno [[John Searle]] pela [[América do Norte]]. Searle com sua obra ''Speech Acts Theory'' (1969)<ref> Os actos de fala: um ensaio de filosofia da linguagem (Coimbra: Livraria Almedina, 1981)</ref>, leva ao conhecimento americano as filosofias austinianas e propaga ainda mais o nome desse grande estudioso da linguagem pelo mundo.
 
Também o filósofo [[França|francês]] [[Jacques Derrida]] desenvolveu uma teoria da linguagem baseada no trabalho de Austin.