Conquista de Ceuta: diferenças entre revisões

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Deixando ficar o [[conde de Viana]], D. [[Pedro de Menezes, 1.º Conde de Vila Real|Pedro de Meneses]], o rei, os infantes e o resto da frota regressaram a Lisboa em Setembro, tendo permanecido durante treze dias em Ceuta.
 
Os muçulmanos[[Marrocos|marroquinos]] não se deram por vencidos e atacaram a cidade em [[1418]] e [[1419]], sem qualquer resultado.
 
Manter a cidade constituía-se em um problema [[logística|logístico]]: era necessário enviar suprimentos, armas e munições; a maior parte dos soldados era recrutada à força, recorrendo-se a condenados e criminosos a quem o rei comutava a pena desde que fossem para Ceuta e ainda recompensar generosamente os nobres que ocupavam postos de chefia. Julgaram consegui-lo, quando do desastre português de [[Tânger]], pedindo como resgate do infante de D. Fernando a cidade de Ceuta. Mas D. Fernando faleceu no cativeiro e a cidade continuou portuguesa ([[1443]]).
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