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O padre João nasceu no [[País Basco]], na Espanha, em Iriberri ou Burlada, de onde eram naturais seus pais, Juan de Azpilcueta e Maria Sebastiana de Iriberri ou de Javier, entre 1522 e 1523; morreu na Bahia em 1557, ainda jovem. Era sobrinho do humanista [[Martín de Azpilcueta]], o famoso Doutor Navarro, que lecionou na [[Universidade de Coimbra]]. Por isso o padre João frequentou a Universidade entre 1540 e 1549, data de sua partida para o Brasil, vivendo em casa do tio, que o queria como filho. Ingressou na Companhia de Jesus em Coimbra em 22 de dezembro de 1542, mais ou menos aos 20 anos. Foi sempre, com atestam suas cartas, um católico fervoroso. Além do mais, grande estudioso, de estrita moralidade cristã, europeu da Idade Média, seu mundo seria transtornado ao desembarcar no Brasil. Foi ele mesmo quem pediu para embarcar, em 1549.
 
[[D. João III]], após a morte do Donatário da Bahia, [[Francisco Pereira Coutinho]], resolvera instalar um Governo-Geral para todo o país, afastando a cobiça estrangeira. O rei, que foi descrito por [[Santo Inácio de Loiola]] como pai e protetor da Companhia de Jesus, enviou com o primeiro governador seis jesuítas comandados pelo padre Manuel da Nóbrega.
 
Para [[Afrânio Peixoto]], em ''A cultura brasileira'', pg. 289, Azpilcueta foi o primeiro mestre e missionário do gentio, o primeiro nas entradas evangelizadoras aos sertões, que varou em 1553 em Porto Seguro - 350 léguas de périplo, às cabeceiras do rio [[Jequitinhonha]], vale do [[São Francisco]], tornando ali ao litoral pelo rio Pardo.»
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