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A riqueza está concentrada em poucos municípios e foi ampliada em decorrência da centralização de gastos e investimentos públicos, o que causou o congelamento e desestímulo aos desenvolvimentos regional e local.<ref name="ipea">[[IPEA]]. (12 de agosto de 2010). [http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/comunicado/100812_comunicadoipea60.pdf ''Comunicados do IPEA - Informativo nº 60 - Desigualdade da renda no território brasileiro''], acesso em 13 de agosto de 2010</ref>
 
Dados da pesquisa Contas Regionais do Brasil 2005-2009, realizada pelo IBGE e divulgada em 2011, mostram que, em 2009, oito estados concentravam 78,1% da riqueza econômica do país.<ref name="abdala">ABDALA, Vitor (23 de novembro de 2011). ''[http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-23/oito-estados-concentravam-quase-80-do-pib-nacional-em-2009 Oito estados concentravam quase 80% do PIB nacional em 2009]''. ''[[Agência Brasil]]'', acesso em 24 de novembro de 2011</ref>Apenas o estado de São Paulo tinha 33,5% de participação na economia nacional em 2009, ao passo que em 2008 concentrava 33,1%.<ref name="abdala"/>
 
Em [[1920]], os 10% municípios economicamente mais ricos tinham 55,4% de participação no PIB, ampliaram para 72,1% em [[1970]] e para 78,1% em [[2007]].<ref name="ipea"/>
 
Estudo do [[IBGE]], divulgado em [[2010]] com dados relativos a [[2008]], mostrou que seis capitais brasileiras — [[São Paulo (cidade)|São Paulo]], [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[Brasília]], [[Curitiba]], [[Belo Horizonte]] e [[Manaus]] — concentravam 25% do [[PIB]] do país.<ref name="pibigbe">[[IBGE]]. (10 de dezembro de 2010). ''[http://ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1780&id_pagina=1 Em 2008, seis capitais concentravam 25% do PIB do país]'', acesso em 11 de dezembro de 2010</ref> De acordo com o mesmo estudo, as diferenças regionais em cada estado também são claras, visto que, em 2008, os cinco maiores municípios do [[Amazonas]] eram responsáveis por 88,1% do PIB estadual, assim como no [[Amapá]] (87,6%) e [[Roraima]] (85,4%).<ref name="pibigbe"/>
 
Resultado parecido também foi obtido em outro estudo do [[IBGE]] divulgado em 2011 com dados de 2005 a 2009 ao detectar que aproximadamente 25% de toda a geração da renda brasileira estava concentrada em cinco municípios (12,6% da população nacional): São Paulo (12,0%), Rio de Janeiro (5,4%), Brasília (4,1%), Curitiba (1,4%) e Belo Horizonte (1,4%).<ref>[[IBGE]] (14 de dezembro de 2011). ''[http://ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2049&id_pagina=1 Em 2009, preços das commodities minerais influenciaram a participação de municípios no PIB]'', acesso em 14 de dezembro de 2011</ref>
 
O [[Brasil]] é considerado o país menos desigual da [[América Latina]], embora as capitais [[Goiânia]], [[Fortaleza]], [[Belo Horizonte]], [[Brasília]] e [[Curitiba]] estejam entre as cidades mais desiguais do mundo entre 141 cidades de [[países em desenvolvimento]] e ex-comunistas, segundo aponta relatório da [[ONU]] divulgado em 2010.<ref>Antunes, Claudia. (20 de março de 2010). ''País tem 5 capitais entre as 20 cidades mais desiguais''. ''[[Folha de S.Paulo]]'', acesso em 20 de março de 2010</ref><ref>Lauriano, Carolina. (19 de março de 2010). [http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1536525-5606,00-QUATRO+CAPITAIS+BRASILEIRAS+ESTAO+ENTRE+AS+MAIS+DESIGUAIS+DO+MUNDO+DIZ+ONU.html ''Quatro capitais brasileiras estão entre as mais desiguais do mundo, diz ONU'']. [[G1 (website)|G1]], acesso em 19 de março de 2010</ref>
 
Dados da pesquisa Contas Regionais do Brasil 2005-2009, realizada pelo IBGE e divulgada em 2011, mostram que, em 2009, oito estados concentravam 78,1% da riqueza econômica do país.<ref name="abdala">ABDALA, Vitor (23 de novembro de 2011). ''[http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-23/oito-estados-concentravam-quase-80-do-pib-nacional-em-2009 Oito estados concentravam quase 80% do PIB nacional em 2009]''. ''[[Agência Brasil]]'', acesso em 24 de novembro de 2011</ref>Apenas o estado de São Paulo tinha 33,5% de participação na economia nacional em 2009, ao passo que em 2008 concentrava 33,1%.<ref name="abdala"/>
 
A renda discrepante também é perceptível na forma de acesso à oferta de alimentos.<ref name="ibge"/> Segundo Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) [[2008]]-[[2009]], a partir de uma amostragem formada por 60 mil domicílios urbanos e rurais, 35,5% das famílias brasileiras não têm a quantidade mensal suficiente de alimentos, mesmo em um contexto de uma [[agropecuária]] eficiente e competitiva e um custo de alimentação considerado baixo para os padrões mundiais.<ref name="ibge">[[IBGE]]. (23 de junho de 2010). [http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1648&id_pagina=1 ''POF 2008/09 mostra desigualdades e transformações no orçamento das famílias brasileiras''], acesso em 28 de junho de 2010</ref><ref name="pobrezasemmisterio">''[[O Estado de S.Paulo]]''. (27 de junho de 2010). [http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100627/not_imp572620,0.php ''Pobreza sem mistério''], acesso em 28 de junho de 2010</ref> Esse mesmo indicador mostra a desigualdade entre as regiões brasileiras: no Norte, essa parcela equivale a 51,5% das famílias; no Nordeste, a 49,8%; no Centro-Oeste, 32%; no Sudeste, 29,4%; e no Sul, 22,9%.<ref name="ibge"/><ref name="pobrezasemmisterio"/>
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