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Apesar do efeito nocivo às células humanas, vários agentes mutagênicos são aproveitados pela ciência. Vírus e bactérias são usados na [[engenharia genética]] para a obtenção de seres [[transgênico]]s, atuando como vetores de [[gene]]s sintetizados em laboratório a serem injetados no organismo a ser modificado. Algumas substâncias mutagênicas são utilizadas na [[quimioterapia]], em quantidades mínimas, atuando sobre tumores sem causar grandes danos ao organismo. Da mesma forma, radiações ionizantes (como [[raios alfa]]) também são empregadas no combate a tumores através da [[radioterapia]]. Outra radiação ionizante, o [[Raio X]] é largamente utilizado na [[medicina]].
 
Não se deve confundir agentes mutagênicos com um possível efeito mutagênico de substancia presente em organismos transgênicos - [[OGM]] e/ou associados ao seu processo de fabricação. A lei federal do Brasil, número 11.105 de março de 2005, afirma claramente que organismo mutagênico não é a mesma coisa que organismo transgênico. A mutagenese modifica alguns pares de base de um gene existente, enquanto a transgenia insere milhares de pares de bases, genes completos que não existiam naquela espécie, originados de um organismo doador.
 
[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11105.htm Lei Federal (Brasil) 11.105]
Art. 4o Esta Lei não se aplica quando a modificação genética for obtida por meio das seguintes técnicas, desde que não impliquem a utilização de OGM como receptor ou doador:
I – mutagênese;
II – formação e utilização de células somáticas de [[hibridoma]] animal;
III – [[fusão celular]], inclusive a de protoplasma, de células vegetais, que possa ser produzida mediante métodos tradicionais de cultivo;
IV – [[Clonagem|autoclonagem]] de organismos não-patogênicos que se processe de maneira natural.
 
==Bibliografia==
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