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Sem alteração do tamanho, 02h23min de 15 de janeiro de 2012
Usa de uma estratégia engenhosa para contornar o bloqueio criativo que -- conta-se -- o próprio Fellini estaria sentindo: contar a própria dificuldade de realizar um filme. E ainda obter o prestígio de fazer um filme [[metalinguagem|metalinguístico]], que usa a linguagem do cinema para comentar um filme que seus personagens estão fazendo.
 
O filme tem grandes influências da psicanálise jungiana, da qual Fellini era um entusiasta<ref>FELLINI, Federico. The Book of Dreams. Nova Iorque, Rizzoli, 2008.</ref>. Um exemplo é o grande foco nos sonhos do protagonista para explicar sua [[persona (psicologia)|persona]] e acontecimentos de sua infância. O uso da fotografia preta e branca também serve para reforçar o conceito jungiano de [[sombra (psicologia)|sombra]]. <ref>http://cinemaitalianorao.blogspot.com/2008/10/fellini-e-psicanlise.html</ref>
 
== Elenco ==
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