Diferenças entre edições de "Barroco mineiro"

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Outra parte da musicalidade do período estava reserva às cerimônias fúnebres, em formação de uma ''boa memória'' da imagem do rei para os súditos. Entre 1750 e 1827, destacam-se as exéquias de d.João V e imperatriz Leopoldina.<ref>PAULA, Rodrigo Teodoro. ''A memória sonora''. In: ''História de Minas Gerais - As Minas Setecentistas'' - v.2. Belo Horizonte: Autêntica, 2007, p.456</ref>
 
Já a partir da segunda metade do século XVIII, a música passa a ter influência do pré-clássico e surgem compositores como: Inácio Parreiras Neves (c.1730-c.1794), [[Francisco Gomes da Rocha]] (c.1754-1808), [[Marcos Coelho Neto (pai)|Marcos Coelho Neto]] (1763-1823) e Jerônimo de Souza Lobo (entre c.1780-1810), de Vila Rica; [[Lobo de Mesquita|José Joaquim Emerico [[Lobo de Mesquita]] (1746?-1805), na Vila do Príncipe (atualmente [[Serro]]); e [[Manoel Dias de Oliveira]] (c.1735-1813), em São José del Rei (atual cidade de [[Tiradentes (Minas Gerais)|Tiradentes]]).<ref name="castagna"/>
 
=={{Ver também}}==
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