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'''Manuel de Figueiredo''', que publicou o seu primeiro trabalho literário em 1918, há-de ter nascido no último decénio de 1800, no Porto, de família bastada, com ascendência próxima ligada a [[Lemenhe]], Vila N. de Famalicão. Fora já seu pai quem adquirira a Casa de Fralães, mantendo assim a família residência no [[Porto]] e na província.
 
Se as suas primeiras obras vieram a lume em [[Lisboa]], lá terá Manuel de Figueiredo feito o seu curso superior e bebido e aprofundado a influência simbolista e neogarrettista que definitivamente o marcará.
 
Da sua produção escrita, avultam claramente duas áreas às quais dedicava a sua atenção de homem culto, a ficção dramática e a crítica de artes plásticas.
 
Interessado em coisas da história pátria, como é timbre do entusiastas de Garrett, facilmente se harmonizariam o exercício do seu cargo de Director do Museu de Soares dos Reis, a sua paixão por Henrique Pousão e por outros pintores da geração deste, a escolha do período áureo dos Descobrimentos como espaço cronológico preferido para ficção e até o facto de ter a sua biblioteca e gabinete de trabalho instalados num dos andares da torre senhorial do antiquíssimo [[Solar de Fralães]].
 
Manuel de Figueiredo escreveu para revistas e jornais e publicou também alguns livros. De momento, parece ser o seu trabalho sobre Henrique Pousão o que melhor resistiu ao desgaste do tempo.
 
Obras principais: ''Infanta'', 1921, peça dramática; ''A Monja e o Rouxinol'', 1936, narrativa; ''Mestre João Correia e alguns seus Discípulos'', 1946; ''O barão de Forrester, o homem e o artista'', 1964; ''O Homem Que não Pregou no Deserto'', peça dramática; ''O Pintor Henrique Pousão''.
Alguns destes trabalhos são separatas de revistas ou textos de conferências.
 
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[[Categoria:Naturais do Porto]]
[[Categoria:Jornalistas de Portugal]]
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