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A povoação de '''Canoa Quebrada''' nasceu a partir do pequeno povoado de Esteves. Descoberta na [[década de 1960]] por [[cinema|cineastas]] [[França|franceses]] do movimento em "''[[Nouvelle Vague]]''", a povoação sofreu um choque de [[cultura]]s, que resultou num sentimento de [[liberdade]] que ali impera até hoje.
 
Reza a tradição local que, de diaveiodia, os franceses trabalhavam duro e, à noite, se entregavam a diversão. Por essa razão, uma lua e uma estrela, [[escultura|esculpidas]] nas falésias, tornaram-se o símbolo do local. Uma outra versão dessa tradição local narra que, na equipe de fimagemfilmagem, existia um [[Marrocos|marroquino]], de crença [[islão|islâmica]], que sentindo remorsos pelas continuadas farras noturnas, desejava o perdão de [[Alá]]. Para se redimir da culpa, mandou esculpir, nas falésias, a lua e a estrela, hoje ícones locais.
 
A povoação adquiriu fama ao ser descoberta, na [[década de 1970]], pelos "''[[hippie]]s''", que ali encontraram um lugar remoto, habitado apenas por uma tribo [[indígena]] e alguns [[pesca]]dores, uma população simples e hospitaleira, que até hoje preservam a tradição de pescar com [[jangada]]s no mar. Alguns desses "''hippies''" fixaram-se no local, casando com os nativos e tendo filhos. Desse modo, é possível encontrar ali muitos descendentes de suíços, franceses e outros europeus. Canoa Quebrada voltou a ser cenário de um filme em 1997, com a produção de ''[[Bella Dona]]'', por [[Bruno Barreto]]), tendo, a partir de então, se transformado em um dos principais destinos [[turismo|turísticos]] do Ceará.
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